O que fez Lázaro Ramos aceitar ser o vilão de ‘A Nobreza do Amor’
Conhecido por papéis de bom moço, ele se destaca como antagonista em novela das 6 da TV Globo
Eterno bom moço em papéis no cinema e na TV, caminho que tem rendido simpatia do público e polpudas campanhas publicitárias, Lázaro Ramos, 47 anos, estranhou quando veio o convite da Globo para interpretar na trama das 6, A Nobreza do Amor, o primeiro-ministro de um reino fictício que trai o rei e dá um golpe de Estado para tomar o poder. “Fazer um vilão foi algo que nunca desejei, meus sonhos e planos como ator estavam em outro lugar”, admite ele, que mudou de ideia depois de um papo em casa com a mulher, Taís Araujo. Com o frenético ritmo das gravações, só não teve tempo ainda para saber o que as pessoas falam de suas maldades. “Preciso entender se estou sendo odiado nas ruas”, diz Lázaro, que prefere não manter a fama de mau.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 3 de julho de 2026, edição nº 3002







