O efeito do público de Luiza Possi desde que deixou repertório ‘mundano’
Luiza Possi fala sobre a guinada para a música gospel e as críticas recebidas
Desde que deu um basta no repertório que hoje vê como “mundano” para abraçar o gênero gospel, há dois anos, Luiza Possi, 42, atiçou os mais ferinos críticos. Dizem que virou fanática evangélica e, nesta toada, vai acabar enterrando a carreira. Ela faz que não liga. “É a música mais escutada no Brasil, não tem como negar”, rebate a cantora, firme na decisão que tomou após ter “sentido a presença de Jesus” enquanto dirigia seu carro ao lado do marido, o diretor Cris Gomes. Nos próximos dias, subirá ao palco da Sala São Paulo para gravar suas canções. “Tenho negado vários convites de eventos. É muita procura, simplesmente não dá tempo”, diz. E garante: na fase religiosa, o público só aumenta.
Com reportagem de Flávio Monteiro, Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 4 de setembro de 2026, edição nº 3011







