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Entenda vistoria no imóvel ocupado por ex-funcionária de Paula Lavigne

Ex-funcionária entrou com ações trabalhistas contra o casal, ao ser demitida por justa causa

Por Giovanna Fraguito Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO , Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 29 Maio 2024, 17h06 - Publicado em 29 Maio 2024, 07h00

Uma ex-funcionária de Paula Lavigne, mulher e empresária de Caetano Veloso, entrou com duas ações trabalhistas, na Justiça do Rio de Janeiro, ao ser demitida por justa causa. Edna Paula da Fonseca Santos trabalhava como empregada doméstica e governanta do casal desde 2002. Agora, segundo apurou a coluna GENTE, a Justiça determinou a vistoria no apartamento, situado em Ipanema, na zona sul do Rio, onde morava a então ex-funcionária, e que tem o casal como proprietário.

Ao dispensar a governanta, Paula solicitou que ela deixasse o apartamento que ocupava, desde janeiro deste ano, com a família. A vistoria é de praxe quando um inquilino deixa o imóvel. “O oficial de Justiça deverá descrever as atuais características do imóvel e dos bens móveis que guarnecem o local, ressalvados os bens particulares da reclamante, podendo franquear a presença da arquiteta indicada pelos reclamados, assim como das partes e seus procuradores”, apresenta trecho ao qual VEJA teve acesso.

No processo, a defesa de Edna alega que, três dias antes de ser demitida, a ex-governanta ficou sem o telefone celular, confiscado, segundo ela, por Paula. A defesa de Paula esclarece, entretanto, que o celular não foi confiscado. Ele havia sido entregue à então funcionária para uso funcional. “O aparelho pertence a Paula Lavigne, e a linha à empresa com a qual a ex-funcionária tinha contrato. Sua devolução foi solicitada no dia da demissão, como é de praxe, e a entrega foi espontânea, presenciada por testemunhas.”

A nota foi editada na tarde desta quarta-feira, 29, após mais esclarecimentos sobre o processo em curso. 

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