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Beija-Flor: Lorena Raissa ‘acorda cedo’ para desfile sobre realeza etíope

Agremiação de Nilópolis é a segunda escola a passar pela Sapucaí neste domingo, 11. Rainha da bateria tem 17 anos

Por Giovanna Fraguito Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
12 fev 2024, 00h04

Acostumada a fechar os desfiles com sol já raiando, a Beija-Flor de Nilópolis tem a difícil missão de ser a segunda escola a desfilar nesta primeira noite do Grupo Especial, no Rio – posição ingrata para quem costuma vir para disputar título. Para isso, resolveu homenagear a cidade de Maceió por meio do personagem Rás Gonguila, filho de escravizados que acreditava ser descendente da realeza etíope. Ele fundou um bloco de carnaval na capital de Alagoas. O enredo Um delírio de carnaval na Maceió de Rás Gonguila é assinado pelo carnavalesco João Vitor Araújo. “Tem mironga, festa da ralé/ Malandragem, frevo arrasta-pé/ A magia que avoa, o rosário no andor/ A cantiga que ecoa é do meu tambor”, apresenta trecho do samba. A Beija-Flor ficou em quarto lugar em 2023, e conta com Neguinho da Beija-Flor como intérprete e os mestres de bateria Rodney e Plínio. Além da rainha de bateria Lorena Raissa, no cargo desde 2022, depois que venceu o concurso ‘Rainha da Comunidade’, aos 15 anos.

“Minha história começa muito antes do meu nascimento. Minha história vem de geração em geração, a partir do meu avô, que levou a minha mãe, tão nova, para dentro da quadra da Beija-Flor. Em 2007, resolvi nascer em pleno ensaio técnico. Daí em diante, eu já sabia que o meu amor ia ser o samba”, contou Lorena em recente entrevista. Aos 17 anos, rainha de bateria mais jovem do Grupo Especial, ela busca inspirar novas realezas dentro da comunidade. O que não está fora do alcance, já que a escola da Baixada Fluminense se destaca por colocar sempre crias de Nilópolis no posto de rainha de bateria, um movimento que foi acompanhado por mais da metade das agremiações no ano passado.

 


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