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A inspiração do vestido de noiva de Janja, que se casa com Lula na quarta

A responsável pela roupa é a badalada estilista Helô Rocha, com ateliê de São Paulo

Por Valmir Moratelli Atualizado em 18 Maio 2022, 21h00 - Publicado em 16 Maio 2022, 15h00

A socióloga Rosângela da Silva, a Janja, se casa com o ex-presidente Lula (PT) nesta quarta-feira, 18, em São Paulo, vestindo um longo bordado por rendeiras de Timbaúba do Batista, no Rio Grande do Norte. Para a ocasião, a estilista Helô Rocha, 41 anos, fez um modelo longo de organza, à base de seda, na cor off white. E foi buscar inspiração no artesanato potiguar para confecção da roupa.

Confira a lista de convidados da festa

Os bordados, após costurados à roupa, ainda receberam um outro acabamento na etapa final, com pontos de luz para dar uma sofisticada. Helô ficou conhecida por assinar vestidos para várias famosas, como Mariana Goldfarb (que se casou com Cauã Reymond em 2019), Ísis Valverde (com André Resende em 2018) e Preta Gil (com Rodrigo Godoy em 2015). Mas foi através de Bela Gil que Janja a conheceu e se identificou de cara. Um vestido de noiva assinado por Helô pode ultrapassar 250.000 reais.

Nas redes sociais, Helô despista quando posta algum detalhe dos bordados que servem de inspiração para suas criações. Os seguidores perguntam, o tempo todo, se são pistas para o vestido de Janja. Até quarta, o mistério se mantém.

A estilista Helô Rocha, 41 anos
A estilista Helô Rocha, 41 anos Naideron Jr./Divulgação

Apesar de ter nascido em Porto Alegre, a estilista foi criada no Rio Grande do Norte – o que a faz profunda conhecedora da cultura da moda local. Em 2005, Helô criou a grife Têca. Dez anos depois, passou a assinar seu próprio nome na grife, abrindo um ateliê e loja na Rua da Consolação, em São Paulo.

Os bordados do Seridó, parte da cultura do estado nordestino, são a principal fonte de renda de Timbaúba do Batista, município com menos de 2.500 habitantes. A Associação das Bordadeiras de Timbaúba é de 1984. A estimativa é que haja cerca de 800 bordadeiras na cidade. O ofício local remete à herança portuguesa trazida pelas mulheres dos colonizadores no fim do século XVII. Os padrões tradicionais do bordado remetem aos da Ilha da Madeira, em Portugal.

Casa das Bordadeiras, em Timbaúba dos Batistas
Casa das Bordadeiras, em Timbaúba dos Batistas (RN) Reprodução/Facebook
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