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Nova Temporada Por Fernanda Furquim Este é um espaço dedicado às séries e minisséries produzidas para a televisão. Traz informações, comentários e curiosidades sobre produções de todas as épocas.

CBS Planeja Remake de A Feiticeira

Empolgados com a receptividade do remake de “Havaí 5-0″, a rede CBS pediu à Sony Pictures Television que desenvolva uma nova versão de “A Feiticeira“. Segundo o Variety, o projeto está, por enquanto, em fase de desenvolvimento do roteiro do piloto. Se o canal gostar do resultado poderá pedir a produção do episódio para avaliação. […]

Por Fernanda Furquim Atualizado em 1 dez 2016, 18h29 - Publicado em 9 ago 2011, 22h38

(E-D) Elizabeth Montgomery, Dick York e Agnes Moorehead em “A Feiticeira”

Empolgados com a receptividade do remake de “Havaí 5-0″, a rede CBS pediu à Sony Pictures Television que desenvolva uma nova versão de “A Feiticeira“.

Segundo o Variety, o projeto está, por enquanto, em fase de desenvolvimento do roteiro do piloto. Se o canal gostar do resultado poderá pedir a produção do episódio para avaliação.

Esta é a segunda tentativa recente de se fazer uma releitura da série produzida entre as décadas de 1960 e 1970. A primeira foi o filme de 2005, estrelado por Nicole Kidman e Will Ferrell.

A baixa receptividade da versão cinematográfica não desencoraja a CBS em tentar sua própria versão. O roteiro é de Marc Lawrence (Caras e Caretas/Family Ties). Se produzida, a série ficará a cargo da Sony em parceria com a Red Wagon, empresa que co-produziu o filme.

A série original foi estrelada por Elizabeth Montgomery, já falecida, que interpretava Samantha, uma jovem bruxinha que se casa com um mortal, inicialmente interpretado por Dick York e depois por Dick Sargent. Os dois tentam viver uma vida normal, mas a família de Samantha, em especial sua mãe Endora, vive se metendo, tentando separar o casal.

“A Feiticeira” foi produzida no período em que o movimento da liberação feminina começava a tomar conta dos EUA. Queimando sutiãs nas ruas, as mulheres exigiam direitos iguais. Simbolicamente a série retrata esse período, mostrando uma jovem mulher presa entre a sociedade masculina da época (o marido) e o pensamento feminista que começava a se formar, representado pela mãe. Dito isto, fica a pergunta: de que forma a CBS pretende adaptar esse movimento?  Se é que eles entendem que a série tem esse background como a base de sua construção e de seu sucesso.

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