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Política com Ciência Por Sérgio Praça A partir do que há de mais novo na Ciência Política, este blog do professor e pesquisador da FGV-RJ analisa as principais notícias da política brasileira. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Qual será a próxima Eletrobras?

No início de abril, publiquei um texto em meu antigo blog sobre a probabilidade de haver outras “Petrobras” corruptas neste governo. Três meses depois, meu palpite se mostra correto, infelizmente: a Eletrobras é uma delas. A edição de “Veja” desta semana traz reportagem de Daniel Pereira, Robson Bonin, Adriano Ceolin e Mariana Barros sobre propina […]

Por Sérgio Praça Atualizado em 31 jul 2020, 00h57 - Publicado em 13 jul 2015, 13h52

No início de abril, publiquei um texto em meu antigo blog sobre a probabilidade de haver outras “Petrobras” corruptas neste governo. Três meses depois, meu palpite se mostra correto, infelizmente: a Eletrobras é uma delas.

A edição de “Veja” desta semana traz reportagem de Daniel Pereira, Robson Bonin, Adriano Ceolin e Mariana Barros sobre propina cobrada por Valter Luiz Cardeal, diretor da Eletrobras, para empresas que participaram da construção da Usina de Angra 3. A informação foi revelada pelo empreiteiro Ricardo Pessoa em delação premiada para o Ministério Público Federal.

Não é injusto imaginar que haverá, ainda, outras empresas estatais e órgãos governamentais envolvidos em escândalos de corrupção neste – e em outros – governos. Como saber onde está o próximo escândalo? Cinco pistas podem ajudar.

São elas: i) grande relevância econômica da empresa); ii) muito dinheiro para investimentos (que significam contratações de empreiteiras e outras empresas que vivem de grana pública); iii) pouco controle interno, com governança corporativa ineficaz; iv) pouco controle externo – ou seja, sem o incômodo de prestar contas para os cidadãos; v) ser pública para receber dinheiro de impostos, mas privada quando se trata de transparência com relação aos recursos públicos que utiliza (isso só vale para as estatais).

Os melhores exemplos, até agora, são Petrobras e Eletrobras. Fiquemos de olho no BNDES, Banco do Brasil, Itaipu e Caixa Econômica Federal – que também têm todas (ou quase) essas características.

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