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Rio Grande do Sul Por Veja correspondentes Política, negócios, urbanismo e outros temas e personagens gaúchos. Por Paula Sperb, de Porto Alegre

‘Desobediência civil’, diz presidente do PT gaúcho sobre Lula

Ex-presidente não aproveitou prazo dado por Moro para se apresentar à Polícia Federal; termo é usado historicamente para definir protestos de resistência

Por Paula Sperb Atualizado em 6 abr 2018, 21h21 - Publicado em 6 abr 2018, 20h58

Ao não aceitar a sugestão do juiz Sergio Moro para se apresentar voluntariamente até as 17h desta sexta para cumprir pena de prisão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agiu em “desobediência civil“, segundo o presidente do PT no Rio Grande do Sul, o deputado federal Pepe Vargas.

O termo é usado historicamente para definir protestos de resistência e foi popularizado por figuras como o americano Martin Luther KingMahatma Gandhi, que lutou pela independência da Índia.

“Hoje o Lula exerceu o direito da desobediência civil perante uma decisão autoritária, arbitrária e ilegal. Ele não deu o gosto para eles”, disse Pepe no protesto contra a prisão de Lula na Esquina Democrática, em Porto Alegre, na noite desta sexta.

A organização do ato em defesa do ex-presidente estima que 10.000 pessoas estiverem presentes. A Brigada Militar, porém, não informa o número de manifestantes. No Parcão, cerca de dez pessoas comemoraram a ordem de prisão no evento chamado de “CarnaLula”.

“Quando o Moro e o Dallagnol dizem que eles não precisam de provas porque eles têm a convicção, é a maior demonstração de que eles não têm prova nenhuma. Porque viraram a vida do Lula do avesso, não acharam nenhuma mala de dinheiro, não acharam nenhuma conta no exterior, não acharam nada”, disse Pepe, que foi ministro do Desenvolvimento Agrário no governo de Dilma Rousseff.

Em entrevista anterior a VEJA, o senador Paulo Paim (PT-RS) chegou a comparar Lula a Nelson Mandela, o ex-presidente da África do Sul que ficou preso por 27 anos no regime racista do apartheid. “Se o Lula for preso ele vira o novo Nelson Mandela, vai ter comitê em sua defesa espalhado em todo o mundo”, disse Paim.

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