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Reinaldo Azevedo

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Visita ao México acontece em meio a tensão bilateral

Na Folha:O primeiro dos 34 embaixadores para os países das Américas a ser anunciado por Barack Obama deve ser para o México, que também será o primeiro país da região visitado pelo presidente, na quinta e sexta da semana que começa. O mais cotado é Carlos Pascual, hoje vice-presidente do Instituto Brookings, de Washington.Será também […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 19h04 - Publicado em 12 abr 2009, 07h35
Na Folha:
O primeiro dos 34 embaixadores para os países das Américas a ser anunciado por Barack Obama deve ser para o México, que também será o primeiro país da região visitado pelo presidente, na quinta e sexta da semana que começa. O mais cotado é Carlos Pascual, hoje vice-presidente do Instituto Brookings, de Washington.
Será também a primeira vez que a Cidade do México recebe um ocupante da Casa Branca desde que Bill Clinton esteve lá, em 1996. O conservador Felipe Calderón, o presidente mexicano, foi o primeiro líder estrangeiro a ser recebido por Obama depois de sua eleição, antes mesmo da posse do democrata.
Tamanha deferência é parte tradição, parte localização geográfica. O esforço extra de Obama, no entanto, deve-se à deterioração recente nas relações entre os dois países, embalada pela escalada na violência promovida pelos cartéis das drogas mexicanos que começa a contaminar a fronteira sul dos Estados Unidos e pela crise econômica que atinge o vizinho do sul -o México deve ser o primeiro país a usar uma nova linha de crédito do FMI.
Em janeiro, um estudo do Pentágono afirmou que o México poderia se tornar um “Estado falido”. A declaração repercutiu e acendeu um rastilho de pólvora que custou a Obama o envio de vários membros de seu ministério ao país para apagar, entre eles a secretária de Estado, Hillary Clinton, que foi adiante e disse que a política antidrogas dos EUA “falhou”.
A declaração causou espécie em Washington -não é comum que o ocupante do posto diplomático mais alto do país fale mal das políticas locais no exterior-, mas há a percepção na Casa Branca de que também é preciso “zerar” as relações com o parceiro do sul.
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