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Venezuela — pancadaria e gás lacrimogêneo: mais 14 feridos

No Estadão desta sexta: Estudantes da Universidade Central da Venezuela (UCV), da Universidade Metropolitana (Unimet) e da Universidade Monteávila realizaram ontem diversos protestos em Caracas para condenar os atos de violência cometidos na quarta-feira contra alunos da UCV, que exigiam o adiamento do referendo sobre a reforma constitucional proposta pelo governo do presidente Hugo Chávez. […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 20h13 - Publicado em 9 nov 2007, 04h33

No Estadão desta sexta:

Estudantes da Universidade Central da Venezuela (UCV), da Universidade Metropolitana (Unimet) e da Universidade Monteávila realizaram ontem diversos protestos em Caracas para condenar os atos de violência cometidos na quarta-feira contra alunos da UCV, que exigiam o adiamento do referendo sobre a reforma constitucional proposta pelo governo do presidente Hugo Chávez. De acordo com o jornal El Universal, 14 estudantes da Unimet ficaram feridos em confronto com a polícia de Caracas. Segundo a assessoria de imprensa da Unimet, os feridos passam bem. A maioria sofreu ferimentos leves após a polícia tentar dispersar a multidão utilizando gás lacrimogêneo. As manifestações ocorreram nos arredores das instituições acadêmicas porque uma grande marcha que havia sido convocada para ontem foi cancelada por dirigentes estudantis. A decisão foi tomada para evitar novos confrontos entre partidários e opositores de Chávez. Outro motivo foi que os estudantes não conseguiram permissão da prefeitura para realizar o protesto. A manifestação tinha como ponto de partida a UCV, e seu destino final era a sede da Procuradoria-Geral, onde os manifestantes tinham previsto entregar vídeos e outras supostas provas de que os conflitos da quarta-feira – nos quais oito pessoas ficaram feridas – haviam sido causados por chavistas. Os estudantes também pedem a renúncia do ministro do Interior, Pedro Carreño, pelas declarações que deu após o incidente de anteontem. Carreño acusou manifestantes que voltavam da marcha na quarta-feira de atacar estudantes pró-governo “reunidos pacificamente”. Ontem à noite, antes de embarcar para a cúpula ibero-americana no Chile (ler abaixo), Chávez liderou em Charallave, perto de Caracas, uma caravana de milhares de pessoas a favor da reforma constitucional.

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