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VEJA 3 – Fugindo do terrorismo

Por Otávio Cabral:Os conflitos entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o Exército de Libertação Nacional (ELN), as milícias paramilitares e o Exército regular colombiano têm chamado cada vez mais a atenção do mundo pelos episódios de brutalidade patrocinados por todos os lados envolvidos. No Brasil, a conseqüência mais visível do confronto pode ser […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 19h53 - Publicado em 9 fev 2008, 07h47

Por Otávio Cabral:
Os conflitos entre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o Exército de Libertação Nacional (ELN), as milícias paramilitares e o Exército regular colombiano têm chamado cada vez mais a atenção do mundo pelos episódios de brutalidade patrocinados por todos os lados envolvidos. No Brasil, a conseqüência mais visível do confronto pode ser encontrada nas cidades da fronteira entre os dois países. Para escaparem da violência da guerrilha terrorista, mais de 100 colombianos cruzam todos os meses a Floresta Amazônica a pé, em barcos ou em pequenos aviões. São, em sua maioria, índios e camponeses. Quase nenhum deles fala português. Em comum, todos são fugitivos da brutalidade da guerra civil que assola a Colômbia há mais de quarenta anos. São vítimas das Farc e de seus grupos rivais. Seus relatos ajudam a desnudar a ação dos guerrilheiros, que alguns ainda cultuam com o romantismo do século passado, quando heróis, teoricamente mais fracos, se insurgiam contra inimigos poderosos em nome de uma revolução socialista. Durante três semanas, VEJA visitou os exilados colombianos em quatro cidades brasileiras.
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