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Tragédia no Rio – Em vez do fatalismo pudoroso-pesaroso, uma opinião técnica

A tragédia na região serrana do Rio virou, literalmente, terra — ou lama — de ninguém. Cada um diz que o lhe dá na telha sem qualquer embasamento técnico. Os militantes ecoterroristas aproveitaram o desastre para tentar emplacar as suas teses escatológicas sobre aquecimento global. Outros resolveram até atacar a proposta de atualização do Código […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 13h03 - Publicado em 26 jan 2011, 19h24

A tragédia na região serrana do Rio virou, literalmente, terra — ou lama — de ninguém. Cada um diz que o lhe dá na telha sem qualquer embasamento técnico. Os militantes ecoterroristas aproveitaram o desastre para tentar emplacar as suas teses escatológicas sobre aquecimento global. Outros resolveram até atacar a proposta de atualização do Código Florestal. Mas, como todos vimos, o que deu mesmo o tom da cobertura foi o fatalismo pudoroso-pesaroso, cuja conclusão era esta: “Nada a fazer”. Pois bem. Leiam o que informa o Globo Online:

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O Crea-RJ apresentou nesta quarta-feira um relatório preliminar sobre as inspeções realizadas em Teresópolis e Nova Friburgo logo após a enxurrada de duas semanas atrás. O documento aponta que medidas simples poderiam ter evitado as mais de 800 mortes na região. O relatório sugere ações a curto prazo, como a construção de ondulações nos rios para a redução da velocidade da água. Os técnicos também propõem que na região afetada sejam construídas pequenas barragens ao longo dos rios, desde a cabeceira até as áreas planas, com o objetivo de também diminuir a força das águas.

O documento ressaltou a necessidade de obras de contenção nas encostas, para prevenir deslizamentos, e de diminuição das ocupações irregulares. O presidente do conselho, Agostinho Guerreiro, estima que 80% das mortes na região poderiam ter sido evitadas caso houvesse esse tipo de planejamento: “É um desserviço a população dizer que esta tragédia foi causada pelas mudanças climáticas e por conta da ação da natureza. Contribuiu, mas a grande causa foi a ação do homem e a falta de planejamento das prefeituras, responsáveis pela ocupação do solo”.

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