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Reinaldo Azevedo

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Sobre a política antiterrorista

Quantos ataques terroristas houve nos Estados Unidos depois do 11 de Setembro de 2001? E aqueles, não custa lembrar, foram meticulosamente preparados, como está fartamente demonstrado, durante o governo Clinton. Que eu saiba, nenhum. Indago isso porque recebi uma avalanche de comentários, devidamente deletados porque vindos de gente que não sabe contraditar sem ofender, contestando […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 20h00 - Publicado em 8 jan 2008, 17h17

Quantos ataques terroristas houve nos Estados Unidos depois do 11 de Setembro de 2001? E aqueles, não custa lembrar, foram meticulosamente preparados, como está fartamente demonstrado, durante o governo Clinton. Que eu saiba, nenhum.

Indago isso porque recebi uma avalanche de comentários, devidamente deletados porque vindos de gente que não sabe contraditar sem ofender, contestando a afirmação que fiz de que a política anterror nos EUA foi e é eficiente. A evidência contrária que me apresentam é esta: Osama Bin Laden está solto, e a Al Qaeda, ainda operante no resto do mundo.

É um argumento insustentável mais segundo os critérios de quem contra-argumenta do que segundo os meus próprios. O que esperam que os EUA façam? Que saiam invadindo países para ensinar como se combate o terror? Quando se fala na necessidade do “diálogo”, o que teria sido rejeitado por George W. Bush, pergunto: diálogo com quem? Qual é a pauta? Qual é a agenda? Quem senta do outro lado da mesa para negociar? Quais são as reivindicações de Osama Bin Laden? Um dos mantras anti-Bush não sustenta justamente que os EUA não podem ser a polícia do mundo? E, não obstante, ataca-se o governo americano por sua supostamente ineficiência como… polícia do mundo?

No fim das contas, estamos de volta à mesma delinqüência teórica de 2001, quando os EUA foram considerados os verdadeiros culpados pela tragédia que os acometeu; como se o “unilateralismo” de Bush estivesse na origem dos ataques.

É evidente que, se eleito, Barack Obama vai fazer uma política que, no geral, atenderá aos interesses dos Estados Unidos — ou não chega ao fim de seu mandato, por bem ou por mal. O que deploro no seu discurso e nos sentimentos que mobiliza é a moralidade essencialmente perversa, má, distorcida, que transforma algozes em vítimas.

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