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Reinaldo Azevedo

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Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura
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Restabelecida redução de alíquotas em SP, conforme o previsto. “Não há a menor razão para aumento de preços”, afirma presidente da APAS

Informação: as isenções aos produtos da cesta básica em São Paulo voltam a valer a partir de amanhã, por decisão do governo de São Paulo, a ser tomada daqui a pouco. E não se trata de um recuo. Tanto não se trata, que foi o que eu escrevi que iria acontecer na nota publicada ontem, […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 22h42 - Publicado em 7 fev 2007, 17h51
Informação: as isenções aos produtos da cesta básica em São Paulo voltam a valer a partir de amanhã, por decisão do governo de São Paulo, a ser tomada daqui a pouco. E não se trata de um recuo. Tanto não se trata, que foi o que eu escrevi que iria acontecer na nota publicada ontem, às 16h57. Basta ler lá. Leitores me dizem que é controversa a tese de que o suposto aumento da alíquota só valeria para o ano que vem porque, nesse caso, não se trata de elevar imposto, mas de suspender uma redução. Ok. Mas os supermercados têm estoques, não é mesmo? E sabiam que a suspensão do benefício era só uma tática para mantê-lo. Conforme está comprovado. Sabem o que o jornalismo botocudo está fazendo? Jogando a criancinha fora junto com a água suja. Ou vocês acham que Roberto Requião, o fã de Hugo Chávez, vai se conformar? Como diria Carlos Drummond, às vezes é o caso de proteger esses pobres brasileiros de nossos carinhos…
Apas
Acabo de falar com o presidente da Associação Paulista de Supermercados, João Sanzovo Neto. Quis saber dele se, a exemplo do que dizem Jornal Nacional e Folha, existem motivos para reajuste de preços: “Não há a menor razão para isso. E a orientação que passamos a nossos associados é para que não haja aumento. Todo mundo sabia que as reduções de alíquotas voltariam a valer. Se algum fornecedor já emitiu nota fiscal com um recolhimento de imposto maior, é só renegociar. É preciso entender que o governo de São Paulo não tinha outra saída. A associação, inclusive, vai reivindicar que alguns produtos de higiene pessoal, higiene bucal e limpeza do lar, pouco consumidos nas classes D e E, passem a integrar a cesta básica”.

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