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Resgate financeiro nos EUA custará US$ 700 bilhões

No Estadão:O maior resgate financeiro dos Estados Unidos desde a Grande Depressão dos anos 30 custará US$ 700 bilhões. Esse é o valor que consta no projeto entregue ontem de manhã por representantes do governo George W. Bush a lideranças republicanas e democratas do Congresso.O texto pede a autorização de deputados e senadores para que […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 23h14 - Publicado em 21 set 2008, 07h21
No Estadão:
O maior resgate financeiro dos Estados Unidos desde a Grande Depressão dos anos 30 custará US$ 700 bilhões. Esse é o valor que consta no projeto entregue ontem de manhã por representantes do governo George W. Bush a lideranças republicanas e democratas do Congresso.
O texto pede a autorização de deputados e senadores para que a Secretaria do Tesouro possa recomprar hipotecas e dívidas podres até esse limite ao longo dos próximos dois anos.
O plano também prevê o aumento do limite de endividamento do setor público de US$ 10,6 trilhões para US$ 11,3 trilhões, mas não detalha o que o governo obterá em troca das instituições financeiras.
“É um pacote grande porque era um grande problema”, disse Bush, depois de se encontrar com o presidente da Colômbia, Alvaro Uribe. “Vamos trabalhar com o Congresso para finalizar o projeto de lei o mais rapidamente possível.”
Bush disse, ainda, que seu primeiro instinto foi deixar os mercados continuarem operando livremente em vez de oferecer ajuda governamental. No entanto, o presidente afirmou ter sido aconselhado por especialistas de que seria necessário um maciço auxílio do governo para contornar a crise.
A proposta dá ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, poder ilimitado para comprar até US$ 700 bilhões de uma ampla gama de papéis lastreados em hipotecas. Embora o plano tenha o limite de prazo de dois anos, o Tesouro poderá ficar com os papéis comprados por quanto tempo achar necessário. Todos os títulos adquiridos por meio do programa devem ser ligados a hipotecas anteriores a 17 de setembro deste ano.
O plano também garante a imunidade do Tesouro contra quaisquer ações legais. Além disso, dá a Paulson permissão para contratar instituições financeiras privadas para conduzir o programa, assim como para criar novas entidades que comprariam títulos hipotecários e emitiriam papéis.
O Tesouro, o Federal Reserve (Fed, o banco central do país) e o Congresso estão envolvidos desde quinta-feira na negociação de um pacote que combata a atual crise financeira. A quebra do banco de investimentos Lehman Brothers, segunda-feira, e a intervenção governamental na gigante de seguros AIG, na terça-feira, provocaram nos investidores o temor de uma crise sistêmica nos EUA.
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