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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Que estado o Edir Macedo representa mesmo? Ou: Preste atenção, Roberto!

Meus leitores sabem muito bem que corrijo os meus erros quando apontados por leitores. Não me incomoda. Ao contrário: eu os estimulo a colaborar com o blog. E sempre chamo a atenção para a correção. Critiquei aqui a presença de Edir Macedo na fila das autoridades estrangeiras, para o beija-mão de Dilma Rousseff. Não só […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 13h11 - Publicado em 11 jan 2011, 13h53

Meus leitores sabem muito bem que corrijo os meus erros quando apontados por leitores. Não me incomoda. Ao contrário: eu os estimulo a colaborar com o blog. E sempre chamo a atenção para a correção.

Critiquei aqui a presença de Edir Macedo na fila das autoridades estrangeiras, para o beija-mão de Dilma Rousseff. Não só ele: toda a cúpula da TV Record estava presente, até o diretor de jornalismo, santo Deus!!!

Aí um leitor chamado Roberto Cunha achou que me pegou no contrapé. Notem como ele ainda me dá conselhos:

“Pela simples, óbvia e objetiva razão de que não havia ninguém da Rede Globo na fila, tampouco autoridade eclesiástica da Igreja de Roma”. De praxe, o vaticano manda sim seus representantes a posse de presidentes. Que é isso Reinaldo, você precisa revisar seus textos antes de publicá-los. Seu despeito e ódio lhe cega. O vaticano enviou sim representante a posse de Dilma.

Comento
Havia um representante do ESTADO DO VATICANO, com o qual o Brasil mantém relações diplomáticas. E o representante do ESTADO DO VATICANO é um religioso, mas não era a religião católica que estava ali representada, não!

No caso, Edir Macedo representava qual “estado”? Talvez algum estado mental, mas certamente não um desses reconhecidos pela ordem internacional.

É bem possível que, dada a qualidade intelectual que imperou no Itamaraty na gestão Celso Amorim, algum vigarista tenha sugerido: “Ah, já que há um representante do Vaticano no grupo das autoridades estrangeiras, a gente põe ali o Edir Macedo e pronto!” E assim se fez.

Você precisa ler o que está escrito, Roberto, não o que você acha que escrevi. Pegue aqui na mão do tio Rei e siga o movimento da lógica, Roberto: estando o representante do Vaticano na fila dos dignitários estrangeiros, isso não lhe retira, claro, a condição adicional de religioso. Mas o inverso não é verdadeiro: sendo Edir Macedo, vá lá, um religioso, isso não lhe dá a condição adicional de dignitário estrangeiro.

Entendeu, Roberto, ou teremos de voltar ao começo?

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