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PESQUISAS NAUFRAGAM NA COLÔMBIA, E CANDIDATO DE URIBE TEM MAIS DO QUE O DOBRO DOS VOTOS DE SEU PRINCIPAL OPOSITOR

As pesquisas naufragaram miseravelmente na Colômbia, e o candidato Juan Manuel Santos, do partido do presidente Álvaro Uribe, ficou perto de vencer a eleição presidencial deste domingo no primeiro turno, com 46,16% dos votos. Seu principal opositor, o verde e esquisito Antanas Mockus, obteve apenas 21,5%. Institutos de pesquisa apontavam empate entre eles — com […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 15h11 - Publicado em 31 Maio 2010, 06h07

As pesquisas naufragaram miseravelmente na Colômbia, e o candidato Juan Manuel Santos, do partido do presidente Álvaro Uribe, ficou perto de vencer a eleição presidencial deste domingo no primeiro turno, com 46,16% dos votos. Seu principal opositor, o verde e esquisito Antanas Mockus, obteve apenas 21,5%. Institutos de pesquisa apontavam empate entre eles — com vitória de Mockus num segundo turno. Em tese ao menos, o verde ainda tem chance de ganhar. Mas uma coisa é certa: os institutos de pesquisa já perderam feio! Foram 6.758.539 votos para Santos contra 3.120.716 para Mockus. Que bom! A Colômbia tem juízo.

À noite, segundo informa o jornal colombiano El Tiempo, Santos falou a seus seguidores sobre o resultado de modo tranqüilo e estendeu a mão a outros competidores — German Vargas, Noremi Sanin, Rafael Pardo e Gustavo Petro —, convidando-os para um “grande acordo nacional” para superar os problemas do país.

“Será um acordo para que haja trabalho, trabalho e mais trabalho; um acordo para garantir que nossa economia cresça com igualdade; para derrotar a pobreza e gerar oportunidades para todos; para derrotar a impunidade e a corrupção; para garantir o bom governo; um acordo, enfim, para consolidar a segurança democrática e consolidar o salto para a prosperidade democrática; prosperidade para todos”, afirmou o candidato.

Recado à bandidagem do continente
Sem mencionar os nomes, Santos também enviou uma mensagem cifrada a seus principais críticos no exterior — Hugo Chávez e Rafael Correa: “Não reconheço inimigos na política e e em nenhum governo estrangeiro”. E também se dirigiu a Uribe: “Presidente, este triunfo é seu e de todos os que queremos preservar seu imenso legado (…). Obrigado ao melhor presidente que já teve a Colômbia!”

Especialistas estão tentando entender por que as pesquisas erraram de maneira tão brutal. É… Mockus tinha virado um fenômeno de opinião pública, o que não queria dizer voto consolidado. Esse debate será longo. Eu vou dormir daqui a pouco embalado por uma hipótese que me contentaria ainda que fosse inteiramente falsa — e certamente não é. Chávez ajudou a selar o destino de Mockus quando expressou fé na sua vitória. No Brasil, o candidato do tirano da Venezuela, ele já deixou claro, é Dilma Rousseff.

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