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Os vagabundos estão inquietos

É de gargalhar! Sabem aqueles vagabundos, um bando de desocupados mesmo — alguns financiados pela antiga Secom de Franklin Martins (o financiamento vai continuar?) —, que deram o maior gás para a Confecom (Conferência de Comunicação) e que pregam o controle social da mídia? Pois é… Estavam desarvorados ontem. Eles já se imaginavam metendo o […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 13h01 - Publicado em 28 jan 2011, 15h21

É de gargalhar!

Sabem aqueles vagabundos, um bando de desocupados mesmo — alguns financiados pela antiga Secom de Franklin Martins (o financiamento vai continuar?) —, que deram o maior gás para a Confecom (Conferência de Comunicação) e que pregam o controle social da mídia? Pois é… Estavam desarvorados ontem. Eles já se imaginavam metendo o pé na porta da TV Globo, anunciando a divisão e expropriação da emissora. Alguns se viam, com seus tênis xexelentos, e idéias não menos, discursando sobre mesas e cadeiras nas redações, formando comissões da verdade para impor a linha justa ao jornalismo. Outros se pegavam, no papel de juízes dos Comitês da Salvação Pública para a Área de Comunicação… Franklin Martins, o ex-ministro da Supressão da Verdade, havia acenado com esse magnífico futuro.

Pois é… Segundo apurou o Estadão, o governo federal está inclinado a seguir outro caminho. Em primeiro lugar, decidiu conduzir o debate sobre a “regulamentação da mídia” de modo menos acelerado; em segundo, tirou da pauta a bobagem da “propriedade cruzada” porque a chamada convergência de tecnologias tornou esse tema obsoleto; em terceiro, constatou o óbvio: o limite de 30% de capital estrangeiro que existe na legislação da radiodifusão tem de valer também para os portais digitais que hoje oferecem serviços idênticos.

É a proposta final? Paulo Bernardo, ministro das Comunicação, disse que não. No Twitter, tentou acalmar os esquerdopatas de sua base partidária. Mas eles estão infelicíssimos! Aqui e ali, Bernardo começou a tomar pancada. A canalha queria porque queria se impor na base do berro. As porcarias que fazem não têm leitores, não têm ouvintes, não têm espectadores, não têm internautas, mas eles se querem a referência na área.

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Vamos ver qual será a proposta do governo. Qualquer que seja ela, no entanto, é certo que não atenderá à expectativa dos vigaristas. Dilma descobriu — nesse caso, para o bem; mas quando não será? — que não é Lula. Ele conseguiu transformar em ativo uma relação de permanente crispação com a imprensa. Ela só teria prejuízos com isso.

A canalha já perdeu. Resta saber agora o tamanho da derrota.

PS – Agora é preciso parar de dar dinheiro público para a vagabundagem.

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