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Obama vai a cúpula “zerar” relação regional

Por Sérgio Dávila, na Folha:A ordem dada aos cerca de mil integrantes da comitiva que Barack Obama leva à 5ª Cúpula das Américas no fim desta semana, em Trinidad e Tobago, é ouvir. O próprio presidente norte-americano pretende aproveitar os quatro encontros em que estarão apenas os líderes das 34 nações do continente -Cuba excluída- […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 19h04 - Publicado em 12 abr 2009, 07h37
Por Sérgio Dávila, na Folha:
A ordem dada aos cerca de mil integrantes da comitiva que Barack Obama leva à 5ª Cúpula das Américas no fim desta semana, em Trinidad e Tobago, é ouvir. O próprio presidente norte-americano pretende aproveitar os quatro encontros em que estarão apenas os líderes das 34 nações do continente -Cuba excluída- para se apresentar e falar com o maior número possível deles.
Não há nomes vetados -nem o venezuelano Hugo Chávez, que vem mudando para o positivo a retórica em relação ao democrata, nem o boliviano Evo Morales, que já propôs debandada em massa dos embaixadores da região nos EUA-, assuntos tabu nem pré-requisitos.
“Ele não está indo a Trinidad com um plano para o hemisfério”, disse Jeffrey Davidow em entrevista coletiva no começo da semana. “Ele está indo com a intenção de ouvir, discutir e lidar com seus colegas como parceiros”, afirmou o diplomata. Veterano da região durante os anos Clinton (1993-2001), Davidow foi convocado pelo novo governo para ser o assessor especial para essa Cúpula.
A disposição de Obama se insere no espírito de sua política externa, de “zerar” as relações mais problemáticas herdadas de seu antecessor, o republicano George W. Bush. Foi assim, por exemplo, com a Rússia e o Irã. Será assim com a América Latina. Nos próximos dias, devem ser anunciadas medidas que derrubarão as restrições que restam para viagens e envio de dinheiro entre americanos e seus parentes em Cuba.
Obama sabe que a percepção que os líderes latino-americanos terão dele passa necessariamente por sua posição em relação a Cuba. Sabe também que encontra respaldo em casa para as medidas.
Segundo pesquisa de opinião divulgada anteontem pela CNN, dois terços da população americana apoiam o fim do embargo econômico imposto ao regime dos irmãos Castro, e três quartos são a favor da normalização nas relações entre os dois países.
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