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Reinaldo Azevedo

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O FILME DA ABORDAGEM ISRAELENSE; SOLDADOS FORAM ATACADOS

As Forças de Defesa de Israel divulgaram comunicado e vídeos sobre a operação. Veja este filme. httpv://www.youtube.com/watch?v=bU12KW-XyZE&feature=player_embedded O comunicado informa que os soldados israelenses interceptaram seis barcos que tinham a intenção de furar o bloqueio naval e que essa operação se deu depois de inúmeras advertências. Segundo o informe, a Marinha interceptou as embarcações para […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 14h37 - Publicado em 31 Maio 2010, 19h05

As Forças de Defesa de Israel divulgaram comunicado e vídeos sobre a operação. Veja este filme.

httpv://www.youtube.com/watch?v=bU12KW-XyZE&feature=player_embedded

O comunicado informa que os soldados israelenses interceptaram seis barcos que tinham a intenção de furar o bloqueio naval e que essa operação se deu depois de inúmeras advertências. Segundo o informe, a Marinha interceptou as embarcações para conduzi-las até o porto da cidade israelense de Ashdod, onde a tal ajuda humanitária poderia ser desembarcada, depois das devidas inspeções.

Durante a abordagem do barco Marmara (acima), homens das Forças de Segurança foram atacados com tiros e armas leves, como facas, porretes etc. Duas das armas de fogo teriam sido tomadas dos próprios soldados israelenses. Quatro soldados ficaram feridos na operação.

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Pois é…
Pode-se achar, reitero, injusto o bloqueio, e isso é certamente matéria para a luta de natureza política. Que país, no entanto, permitiria que um grupo de “humanistas” furasse um bloqueio para entregar algumas toneladas de alimentos sem qualquer inspeção? “Ah, mas por que em águas internacionais?” O que esperavam? Que fosse já na área de acesso restrito? Nesse caso, Israel poderia se sentir livre para afundar os seis navios?

Não se trata de julgar aqui a justeza ou não da reivindicação palestina — e, deixo claro: ao escrever isso, não estou flertando nem de longe com o terrorismo do Hamas. No lugar do governo israelense, também não conversaria com o grupo. Adiante.

A questão é saber se Israel deve permitir que uma entidade claramente ligada a pelo menos um grupo terrorista (refiro-me ao Hamas) lidere uma suposta “ajuda humanitária”, numa tentativa clara de desmoralizar as forças de segurança do país.

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Havia muitos humanistas sinceros naqueles barcos? Provavelmente, sim. Também o inferno está cheio deles. Que os soldados foram atacados, o vídeo deixa claro. E não se deve, evidentemente, atacar soldados preparados para a guerra. A menos que se esteja procurando espalhar sangue no convés para, com ele, elevar a alturas condoreiras a grande “causa”.

Alguém realmente acreditava que Israel permitiria que uma “frota” , organizada por um notório inimigo do país — que se esconde atrás de uma ONG humanitária — chegasse a Gaza? Não aconteceu nem vai acontecer. Não enquanto o país existir. Alguns querem que não exista. Mas isso tem de ficar claro, não é?

O desejável seria que a ação tivesse se dado sem vítimas. Mas vá convencer soldados treinados para a guerra de que devem pensar na diplomacia antes de responder a um ataque. “Ah, mas está todo mundo dizendo que …” Pois é. Este é mais um daqueles casos em que não dou bola pra torcida.

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Ajuda humanitária comandada por um amiguinho do Hamas está desmoralizada de saída. Se havia lá algum “idealista” que não sabia disso, o episódio serve para que, da próxima vez, pergunte quem é o comandante antes de entrar de gaiato num navio.

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