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Reinaldo Azevedo

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No Estadão: reportagem de VEJA é a “gota d’água”

Leia trechos do editorial do Estadão desta terça, intitulado “A gota d’água para Calheiros”: Os bois voadores do presidente do Senado, Renan Calheiros, são bezerrinhos que mal se sustêm nas patas perto do que acaba de vir a público sobre as múltiplas atividades do “coronel” alagoano. Tentando provar que tinha recursos próprios de sobra para […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 22h16 - Publicado em 7 ago 2007, 07h36
Leia trechos do editorial do Estadão desta terça, intitulado “A gota d’água para Calheiros”:

Os bois voadores do presidente do Senado, Renan Calheiros, são bezerrinhos que mal se sustêm nas patas perto do que acaba de vir a público sobre as múltiplas atividades do “coronel” alagoano. Tentando provar que tinha recursos próprios de sobra para arcar com os seus gastos extramatrimoniais – sem depender, portanto, de aportes do bom amigo Cláudio Gontijo ou da empreiteira Mendes Júnior da qual este é lobista -, o senador embrulhão invocou mirabolantes vendas de cabeças de gado, que lhe teriam rendido R$ 1,9 milhão. As reses negociadas fariam parte dos rebanhos apascentados nas suas fabulosamente rentáveis fazendas de criação, em Murici, a uns 40 quilômetros de Maceió. Calheiros apresentou documentos das transações que não resistiram nem à primeira e rápida perícia da Polícia Federal, a pedido do Conselho de Ética do Senado. (…)Afinal, o que veio a público – numa circunstanciada reportagem da revista Veja – mostra a fartura de recursos não contabilizados de que dispõe o senador alagoano, o que, aliás, não surpreende ninguém. Isso, aliás, não é o que a publicação traz de mais comprometedor: o dinheiro de que a Receita nunca ouviu falar foi só um meio ilícito para um fim mais ilícito ainda. A gota d’água que faltava para entornar de vez as chances de Calheiros sair incólume das evidências de má conduta que já se empilhavam contra ele é a revelação de que pagou R$ 1,3 milhão, cash, em moeda nacional e em dólares, para se tornar sócio – acobertado por laranjas – de duas estações de rádio e de um jornal em Alagoas (do qual já se desfez). O seu parceiro – hoje seu desafeto – foi o usineiro João Lyra, sogro de Pedro Collor, o primeiro a denunciar os podres da patota do irmão presidente – da qual Calheiros era membro distinguido.A lei proíbe a deputados e senadores, sob pena de perda de mandato, ter vínculo com empresas concessionárias de serviço público – a exemplo de órgãos de mídia eletrônica (…)Assinante lê íntegra aqui

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