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Reinaldo Azevedo

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Minha coluna na Folha desta sexta: “Falcão e o PT; Marcola e o PCC”

É claro que há diferenças entre os dois entes. O PCC não se organiza para assaltar o estado e a institucionalidade. São males absolutos, mas distintos

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 00h01 - Publicado em 27 nov 2015, 03h09

Leiam trecho:

(…)
Na quarta, o PT emitiu uma nota entregando Delcídio [do Amaral] às feras. Rui Falcão, que defende João Vaccari com unhas e dentes (não há outro modo…), se diz “perplexo”. O texto se trai e se revela de modo espetacular. Está lá: “Nenhuma das tratativas atribuídas ao senador tem qualquer relação com sua atividade partidária (…). Por isso mesmo, o PT não se julga obrigado a qualquer gesto de solidariedade”.

Na mosca!

Leia-se de outro modo: todas as “tratativas” de Vaccari dizem, sim, respeito às suas “atividades partidárias”. Daí vem a “solidariedade”.

É precisamente com esse critério que Marcola comanda o PCC. Crime em benefício pessoal é pecado de lesa irmandade. Crime em nome da organização prepara o berço dos heróis.

É claro que há diferenças entre os dois entes. O PCC não se organiza para assaltar o Estado e a institucionalidade. São males absolutos, mas distintos. A ética abstrata é que os aproxima. Como não diria Janio de Freitas, a nota do PT é coisa de “trombadão”.
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