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Reinaldo Azevedo

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Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Marta diz que só entra em campanha de Haddad depois de PT decidir se estará ou não unido a Kassab

Leiam o que vai abaixo. Se preciso, façam-no de nariz tapado. Recende aos piores hábitos da política brasileira e ao que pode haver de mais nefasto. Comento no próximo post. Por Vera Rosa, no Estadão Online: A senadora Marta Suplicy (PT-SP) considera um ‘pesadelo’ a possibilidade de aliança, em São Paulo, entre o candidato petista […]

Por Reinaldo Azevedo 9 fev 2012, 17h44 | Atualizado em 31 jul 2020, 09h33
Marta diz que só entra em campanha de Haddad depois de PT decidir se estará ou não unido a Kassab Priorize VEJA no Google

Leiam o que vai abaixo. Se preciso, façam-no de nariz tapado. Recende aos piores hábitos da política brasileira e ao que pode haver de mais nefasto. Comento no próximo post.

Por Vera Rosa, no Estadão Online:
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) considera um ‘pesadelo’ a possibilidade de aliança, em São Paulo, entre o candidato petista Fernando Haddad, e o PSD do prefeito Gilberto Kassab (PSD). Marta desistiu da disputa em São Paulo, a pedido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas até agora não entrou na campanha de Haddad. “Eu tenho o direito de não mergulhar de cabeça e aguardar a decisão do meu partido sobre a aliança. Preciso ser muito cuidadosa, porque senão corro o risco de acordar num palanque de mãos dadas com Kassab”, disse Marta. “Estou vendo um esforço grande para a coligação, mas isso me parece muito complicado.”

A senadora participou nesta quinta-feira, 9, da primeira parte da reunião do Diretório Nacional do PT, que ocorre em Brasília, na véspera do aniversário dos 32 anos do PT. À saída do encontro, Marta não escondeu o mal-estar com as conversas a respeito de uma dobradinha com Kassab, defendida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta de aliança, feita por Kassab, divide os petistas, mas, se for levada adiante pelo PSD, deve ser aprovada pelo Diretório Municipal do partido, apesar das resistências. O argumento é que todo o sacrifício deve ser feito para conquistar São Paulo.

Ex-secretário de Marta quando ela foi prefeita, o novo líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), discordou da avaliação da senadora. “Se o Kassab fizer uma autocrítica, não vejo problema na aliança. Acho um pressuposto muito ruim a idéia de recusar apoio”, afirmou. Tatto pediu “muita paciência” ao PT, disse que nada está fechado e defendeu a parceria com o PMDB para vice na chapa liderada por Haddad. Hoje, o pré-candidato do PMDB à sucessão de Kassab é o deputado Gabriel Chalita.

Ao lado de Tatto, o deputado André Vargas (PT-PR) foi na mesma linha. “É isso mesmo. Em Curitiba, nós fazemos aliança com Fruet e, em São Paulo, vocês aceitam Kassab”, afirmou Vargas, numa referência ao pré-candidato do PDT à Prefeitura de Curitiba, Gustavo Fruet.

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