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Mantega admite, finalmente, crescimento zero em 2009

Na Folha:O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu ontem pela primeira vez que a economia brasileira pode ter crescimento zero em 2009.Depois de ponderar que “já saímos do fundo do poço” e que “o ano é de muita volatilidade”, dificultando previsões, Mantega afirmou: “O primeiro trimestre foi péssimo. O segundo será de retomada, com o […]

Por Reinaldo Azevedo
Atualizado em 31 jul 2020, 17h38 - Publicado em 15 Maio 2009, 07h31
Na Folha:
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu ontem pela primeira vez que a economia brasileira pode ter crescimento zero em 2009.
Depois de ponderar que “já saímos do fundo do poço” e que “o ano é de muita volatilidade”, dificultando previsões, Mantega afirmou: “O primeiro trimestre foi péssimo. O segundo será de retomada, com o PIB acelerando. Não muito, mas vai subir. O terceiro vem ainda mais forte, e o quarto fechamos com uma alta muito boa. Acredito que fechamos o ano em torno de 0 a 2% positivos”.
O governo vinha mantendo o discurso de crescimento mesmo com os efeitos da crise internacional, que no Brasil atingiu com mais força a indústria, apesar de a maioria dos analistas de mercado e de órgãos internacionais prever retração.
O mercado financeiro estima retração de 0,44% no PIB, enquanto o FMI prevê queda de 1,3%, e a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), de 1%.
Oficialmente, o governo ainda trabalha com previsão de alta de 2% do PIB, que serve como parâmetro para projeções da arrecadação e de contingenciamento de recursos públicos.
No início da semana, o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) afirmou que o governo pode rever sua meta de crescimento. A meta do governo está acima até da previsão de alta de 1,2% do Banco Central.
Para Mantega, mesmo que o país tenha crescimento zero neste ano, ainda será uma exceção. “Temos de lembrar que a maioria dos países vai fechar com 4% negativos”, disse.
Para o ministro, o ritmo de recuperação vai depender ainda do efeito das medidas de estímulo adotadas. Mantega disse que o crescimento de 0,3% na vendas do varejo em março indica que “talvez a retração que houve nos meses anteriores tenha terminado”. O ministro disse que consultou diversas redes varejistas e que acredita que o setor se recuperou.
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