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Mãe de Amorim também nasceu analfabeta

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, tem algumas coisas em comum com Lula. Sua mãe também nasceu analfabeta, também foi pobre (parece que foi lavadeira; pesquisem aí — este blog não pode perder muito tempo com ele) e também é mitômano. Questionado em Londres sobre as críticas feitas pelo tucano Geraldo Alckmin à política […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h27 - Publicado em 14 jul 2006, 19h50
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, tem algumas coisas em comum com Lula. Sua mãe também nasceu analfabeta, também foi pobre (parece que foi lavadeira; pesquisem aí — este blog não pode perder muito tempo com ele) e também é mitômano. Questionado em Londres sobre as críticas feitas pelo tucano Geraldo Alckmin à política externa, ele, de início, resistiu em falar no assunto, mas cedeu: “Eu entendo que quem está na oposição tem que falar. E não tem o que falar, porque no geral todas as coisas no Brasil estão tendo êxito.” Segue a diretriz de Lula para que os ministros se comportem como cabos eleitorais. As exportações crescem, como ele diz, porque há uma demanda mundial para tanto. Mas o país fracassa de forma fragorosa nas negociações para a formação dos blocos comerciais. Acordos bilaterais estão sendo feitos com os EUA, enquanto brincamos de terceiro-mundismo. Na sua área em particular, o feito mais notável é termos nos metido no atoleiro do Haiti. Amorim também não gostou da crítica ao comportamento brasileiro no caso da Bolívia, que nos roubou a Petrobrás. Ele diz que o Brasil fez o possível. Que é isso, ministro?Não seja modesto. Fez-se mais do que isso. Não só o país engoliu a tungada daquele índio de araque, como ainda lhe ofereceu dinheiro barato do BNDES. Ah, sim: e aguardo até agora explicações para o Brasil ter votado contra o governo do Sudão por causa dos massacres de Darfur. Ou ter excluído Israel do tour de Lula pelo Oriente Médio. Ou ter evitado a censura a Cuba no caso do fuzilamento dos dissidentes. Ou ter reconhecido a China como economia de mercado.
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