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Reinaldo Azevedo

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Lula: quase 300 mil servidores a mais

Do Jornal Nacional. Volto em seguida: O governo quer contratar quase 60 mil novos funcionários públicos no ano que vem. Um aumento de gasto que supera os R$ 3 bilhões. São vagas para os Três Poderes e para o Ministério Público da União. Todas previstas para o ano que vem. São 1,4 mil para o […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 22h12 - Publicado em 3 set 2007, 23h38
Do Jornal Nacional. Volto em seguida:

O governo quer contratar quase 60 mil novos funcionários públicos no ano que vem. Um aumento de gasto que supera os R$ 3 bilhões. São vagas para os Três Poderes e para o Ministério Público da União. Todas previstas para o ano que vem. São 1,4 mil para o Legislativo, 12 mil para o Judiciário e 42 mil para o Executivo. No total, 56 mil vagas. As repartições públicas vão encher. Com estas vagas, o governo vai gastar R$ 3,4 bilhões. Mas, no total, a despesa com a folha de funcionários, vai ser de R$ 130 bilhões, 10% a mais que este ano.

O presidente Lula defendeu as contratações na semana passada. “A gente jamais poderia cumprir as metas do milênio no que diz respeito à questão ambiental se não tivéssemos coragem contra as críticas de que cada funcionário que a gente contrata, que diz que a gente está inchando a máquina. Na verdade, é preciso contratar”, acredita o presidente. E o governo tem contratado. Desde que assumiu, em 2003, foram 232 mil servidores, só no Executivo Federal – ministérios e órgãos públicos. O gasto com o aumento da máquina foi de R$ 53 bilhões em apenas cinco anos.

“Na medida que o governo gasta demais pra manter a burocracia, pra manter a máquina pública, ele gasta menos do que devia em investimentos fundamentais, que inclusive geram emprego”, afirma o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). “A folha de pagamento é a materialização do serviço que o poder público quer oferecer a sua população. Ela deve ser considerada um investimento na qualidade de vida, na qualidade do serviço, do atendimento”, diz o deputado Paulo Pimenta (PT- RS).

Comento
Acima, há dois entendimentos de política pública: um deles testado e aprovado em boa parte dos países que têm um estado eficiente e o outro típico de nações atrasadas. Adivinhem qual é qual. Nestes quase cinco anos de governo Lula, vocês sentiram a melhora substancial do serviço público, com os 232 mil servidores a mais? E quando eles forem quase 300 mil, como estará a nossa vida?

A saúde no Nordeste pode responder por nós — sim, porque se poderia inferir que nós, “os ricos”, não percebemos as melhorias, que seriam todas destinadas aos pobres. Lula já começa a deixar a sua “herança maldita”. Tratarei disso em outro texto, aquele da madrugada.

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