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Reinaldo Azevedo

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Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura
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Lembrem-se deste depoimento de Duda Mendonça e saibam por que ele expressa a essência do que está em julgamento

Vejam estes dois vídeos com trechos do depoimento de Duda Mendonça, marqueteiro de Lula em 2002, à CPMI dos Correios. No primeiro, ele conta como recebia dinheiro em espécie de Marcos Valério. Grana viva mesmo, papel. E revela que lhe foi pedido que abrisse uma conta no exterior. No segundo, ele vai listando os depósitos […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 08h13 - Publicado em 3 ago 2012, 06h20

Vejam estes dois vídeos com trechos do depoimento de Duda Mendonça, marqueteiro de Lula em 2002, à CPMI dos Correios. No primeiro, ele conta como recebia dinheiro em espécie de Marcos Valério. Grana viva mesmo, papel. E revela que lhe foi pedido que abrisse uma conta no exterior.

No segundo, ele vai listando os depósitos que eram feitos. Lá estava, claro!, o infalível Banco Rural — Márcio Thomaz Bastos é advogado de um dos seus diretores. Assistam. Volto em seguida.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=gKB0WS_mlac%5D 

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=GhlJilyPHMs%5D

Voltei
Lula deveria ter caído ali. “Tá vendo, Reinaldo, como era tudo caixa de campanha?” Não!

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Estou vendo é que dinheiro de origem ilícita transitou no PT durante e depois da campanha eleitoral, já que o esquema estava em plena vigência ainda em 2005, quando foi denunciando, no terceiro ano do governo Lula.

Estou vendo é que o dinheiro, que tinha origem criminosa, saído, de fato, dos cofres públicos — segundo aponta a acusação da Procuradoria Geral da República —, era usado, sim, para cobrir gastos de campanha também, o que torna tudo muito pior.

Os depósitos na conta de Duda Mendonça —R$ 10.8 milhões — foram feitos ao longo de 2003! O último depósito é de novembro. Lula, portanto, estava devidamente instalado na Presidência da República.  

Jamais percam isto de vista: “mensalão” não é crime tipificado no Código Penal. “Mensalão” é o apelido que Roberto Jefferson deu ao esquema criminoso. Corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, formação de quadrilha — PRÁTICAS A QUE SE RECORREU PARA CONSEGUIR O DINHEIRO — é que são crimes. E com esse dinheiro se fez de tudo, até cobrir rombo da campanha, o que só agrava o problema. Porque se frauda o processo democrático também. A cousas como essas o Supremo estará dizendo “sim” ou “não”.

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