Kátia Abreu divulga nota em que aponta tentativa de atingi-la politicamente com informação falsa sobre seu irmão
Uma ação do Ministério Público do Trabalho encontrou 56 trabalhadores que estariam em “condições análogas à escravidão” numa fazenda em Tocantins. Sem que se conheça até agora a origem da informação ou se tenham apresentado evidências mínimas, circulou a informação, atribuída à Polícia Federal, segundo a qual André Luiz de Castro Abreu, irmão da senadora […]
Uma ação do Ministério Público do Trabalho encontrou 56 trabalhadores que estariam em “condições análogas à escravidão” numa fazenda em Tocantins. Sem que se conheça até agora a origem da informação ou se tenham apresentado evidências mínimas, circulou a informação, atribuída à Polícia Federal, segundo a qual André Luiz de Castro Abreu, irmão da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), seria sócio da propriedade. Não se conhece a fonte. Não apareceram os documentos. A afirmação não tem autoria. Já publiquei um post a respeito.
Ontem, a senadora divulgou uma nota em que classifica a informação de “falsa”, acusando a intenção de atingi-la politicamente. Leiam.
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Para impedir que boatos e infâmias se beneficiem do meu silêncio, informo que não tem qualquer fundamento a notícia veiculada pela imprensa, segundo a qual meu irmão, André Luiz de Castro Abreu, é proprietário de uma fazenda em Aragatins, Tocantins, onde “56 trabalhadores em condições análogas à de escravos” foram encontrados e resgatados pelo Ministério do Trabalho, no último dia 27 de agosto.
A referida informação é falsa, tanto que foi categoricamente desmentida em nota divulgada no dia 30 de agosto por intermédio da Agência Estado. Na referida nota, o servidor do ministério do Trabalho André Luiz de Castro Abreu confirma não ser sócio da empresa RPC Energética, mas apenas um fornecedor que, na condição de pessoa física, alugou dois tratores e uma carregadeira para esta empresa.
Eis os fatos, expostos sem comentários, aos quais faço questão de acrescentar minha indignação e protesto pela clara intenção de me atingir, mesmo que de forma indireta.
Ao mesmo tempo, reitero que sempre condenei todo e qualquer tipo de trabalho degradante. Prova disso é que participo ativamente, no Senado, das discussões e votações para dotar o país de uma legislação clara e transparente sobre o tema.
Brasília, 31 de agosto de 2012.
Senadora Kátia Abreu





