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Justiça Federal nega habeas corpus para presidente e diretor da Andrade Gutierrez

Por Flávio Ilha, no Globo: O desembargador federal João Pedro Gebran Neto negou na tarde desta quarta-feira pedido de habeas corpus ao presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, e ao diretor-executivo da companhia, Elton Negrão de Azevedo Júnior. Ambos estão presos preventivamente desde a última sexta-feira na carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Eles […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 00h52 - Publicado em 24 jun 2015, 20h31

Por Flávio Ilha, no Globo:
O desembargador federal João Pedro Gebran Neto negou na tarde desta quarta-feira pedido de habeas corpus ao presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, e ao diretor-executivo da companhia, Elton Negrão de Azevedo Júnior. Ambos estão presos preventivamente desde a última sexta-feira na carceragem da Polícia Federal (PF) em Curitiba. Eles foram detidos durante a 14a etapa da Operação Lava-Jato.

A defesa de Azevedo havia impetrado o pedido de soltura ainda na sexta-feira, argumentando que o presidente estava afastado, nos últimos anos, das questões referentes ao ramo da construção civil na empresa. Segundo os advogados, o executivo tem se dedicado a tratar da venda da Oi, controlada pela Andrade Gutierrez, para a Portugal Telecom.

A defesa de Elton Negrão, por sua vez, argumentou que as atividades empresariais apontadas no decreto de prisão preventiva são de 2008, não se justificando a prisão preventiva por tratar-se de “fato antigo”. Alegam ainda que não foram descritas as condutas pelas quais Negrão estaria sendo detido.Segundo o desembargador, a prova anexada aos autos pela Polícia Federal indica a “clara proximidade entre os representantes da empreiteira e os conhecidos intermediários”, como Fernando Soares – conhecido como Fernando Baiano, suposto operador do esquema de corrupção no PMDB – e Mário Góes, com a utilização de contas no exterior para lavagem de dinheiro e pagamento de propinas a agentes públicos.

“Não só a proximidade dos conhecidos personagens, mas também a materialidade dos delitos estão devidamente destacadas na decisão do juiz Sérgio Moro”, afirmou Gebran no seu despacho.

O magistrado afirmou também que os depoimentos, embora de delatores, são válidos e não podem ser desmerecidos. Os dois executivos foram citados nos depoimentos dos ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco e do doleiro Alberto Youssef.Gebran salientou ainda que os cargos de direção dos dois presos também servem como indício de participação dos suspeitos no esquema de propina que está sendo investigado pela PF. “É indiciário de que, ocupando cargo de tamanha importância, tivessem ciência dos fatos ilícitos que vinham ocorrendo na empresa”, afirmou.

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