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Reinaldo Azevedo

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Interceptações são 90% da apuração da Castelo de Areia. E a jabuticaba

Na Folha. Comento em seguida.A investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal sobre a Operação Castelo de Areia, que apura supostas irregularidades envolvendo a empreiteira Camargo Corrêa, é baseada 90% em escutas telefônicas ou em interceptações de e-mails e faxes.Técnicas investigatórias diversas, como vigilância in loco dos alvos e intercâmbio de informações com […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 17h50 - Publicado em 12 abr 2009, 07h53
Na Folha. Comento em seguida.
A investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal sobre a Operação Castelo de Areia, que apura supostas irregularidades envolvendo a empreiteira Camargo Corrêa, é baseada 90% em escutas telefônicas ou em interceptações de e-mails e faxes.
Técnicas investigatórias diversas, como vigilância in loco dos alvos e intercâmbio de informações com outros órgãos oficiais, representam cerca de 3,5% do inquérito. Há ainda despachos burocráticos sobre o andamento das investigações.
A Folha analisou o inquérito de quase 2.200 páginas e catalogou todas que versavam sobre interceptações em relatórios da PF, em manifestações da Procuradoria, em despachos da Justiça e em ofícios das operadoras de telefonia.
Para especialistas, cada investigação pede um método diferente de apuração. Dizem ainda que a interceptação é uma exceção, não regra.
Segundo dados da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, onde estão casos de grande repercussão- como a própria Castelo de Areia e a Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas- os procedimentos com escutas representam menos de 3% do total que tramita na vara.

Castelo de AreiaNo início da investigação Castelo de Areia, o delegado da PF Otavio Margornari Russo argumentou que a quebra de sigilo telefônico era a única forma de investigar denúncia anônima contra o suposto doleiro Kurt Paul Pickel, contra quem pesava a acusação de atuar de forma ilegal no mercado financeiro internacional.O juiz federal Márcio Millani, substituto da 6ª Vara Criminal, ao ordenar a quebra, disse que a medida era “indispensável à investigação” de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.Após um ano e três meses de interceptação telefônica e telemática (e-mail e fax), a Polícia Federal responsabilizou o doleiro pelas supostas movimentações ilegais da Camargo Corrêa e apontou em seus relatórios outros indícios de crimes, como eventuais doações ilegais a partidos políticos.A importância das escutas fica clara no inquérito. Quando um dos monitorados entrava de férias ou perdia o celular, a investigação ficava congelada. Em uma das raras oportunidades em que os policiais tentaram descobrir o local de um encontro, não tiveram êxito.

Novos crimes
“A sociedade mudou, evoluiu, e o crime, como fenômeno social, acompanhou esse desenvolvimento. A criminalidade moderna, na qual se insere o crime organizado, tem utilizado todos os meios disponíveis para o cometimento de crimes, como internet, e-mail, voip e skype”, afirma o procurador da República Rodrigo de Grandis, responsável pela Operação Satiagraha.

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