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Instituição mundial de bancos diz que Brasil crescerá 0.8% neste ano; Lula promete 4%

Por Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo:O Brasil irá crescer apenas 0,8% em 2009. O alerta é do Institute of International Finance (IFF), a associação mundial de instituições financeiras. O IIF prevê ainda uma retração do PIB mundial de 1,1%.Entre os latino-americanos, o México entrará em recessão. Já Estados Unidos, Europa e Japão […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 18h16 - Publicado em 27 jan 2009, 17h56
Por Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo:
O Brasil irá crescer apenas 0,8% em 2009. O alerta é do Institute of International Finance (IFF), a associação mundial de instituições financeiras. O IIF prevê ainda uma retração do PIB mundial de 1,1%.
Entre os latino-americanos, o México entrará em recessão. Já Estados Unidos, Europa e Japão terão resultados negativos em 2009, no “pior ano da história moderna no mundo”.
A entidade ainda prevê uma queda brusca do fluxo de capital externo para os emergentes. Para se ter uma ideia, o fluxo de investimentos para esses mercados deve ficar em US$ 165 bilhões neste ano. Em 2007, foi de quase US$ 1 trilhão, de acordo com o Instituto.
As regiões mais afetadas pela redução pela queda do investimento são as áreas emergentes da Europa, principalmente Rússia e Ucrânia. O IIF, formado por 380 membros, acredita que esta região deve receber apenas US$ 30 bilhões, depois de uma estimativa de US$ 254 bilhões em 2008 e de um total de US$ 393 bilhões em 2007.
A forte redução nas estimativas do IIF levou a instituição a pedir que o FMI relaxe mais as regras para concessão de empréstimos, ecoando os comentários de autoridades do Tesouro nos EUA. “Os recursos do FMI precisam ser expandidos e sua abordagem modificada para fornecer financiamento aos mercados emergentes, que vivem uma crise que não foi provocada por eles”, disse William Rhodes, executivo do IIF.
A entidade advoga linhas de crédito de dois anos em vez dos programas de curto prazo colocados em prática no final de outubro e também propõe que os países tenham direito a uma cota de financiamento que seja o dobro da atual.
Sobre como custear o financiamento aos emergentes, Rhodes e o diretor-gerente do IIF, Charles Dallara, observaram que o Japão se dispôs a destinar US$ 100 milhões, mas que países como a China, entre outros, poderiam também ser chamados a contribuir.
O IIF também estimou uma queda expressiva no investimento direto nos emergentes, para US$ 197,5 bilhões, de US$ 263,4 bilhões em 2008.

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