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Grau de Investimento 3 – Fiesp quer frear entrada antecipada de dólar

Por Marcelo Rehder, no Estadão:Diante da perspectiva de um aprofundamento da queda do dólar em conseqüência do grau de investimento pelo País, os exportadores insistem na defesa de medidas capazes de reduzir a entrada de moeda americana no mercado brasileiro. Além da redução da taxa de juros, a Federação das Indústrias dos Estado de São […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 21h24 - Publicado em 4 Maio 2008, 06h41
Por Marcelo Rehder, no Estadão:
Diante da perspectiva de um aprofundamento da queda do dólar em conseqüência do grau de investimento pelo País, os exportadores insistem na defesa de medidas capazes de reduzir a entrada de moeda americana no mercado brasileiro. Além da redução da taxa de juros, a Federação das Indústrias dos Estado de São Paulo (Fiesp) discute com governo e bancos a criação de um mecanismo para financiar as exportações com uso da moeda nacional, chamado de “ACC em reais”.
As atuais operações de Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), pelas quais o empresário recebe antecipadamente pelas mercadorias destinadas a exportações futuras, são todas lastreadas em moeda estrangeira. A proposta da Fiesp prevê a troca do financiamento externo pelo interno e, dessa forma, elimina a principal porta de entrada antecipada de dólares no País.
“A medida contribui para equilibrar melhor o mercado de câmbio, reduzindo as pressões para valorização do real”, afirma Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp.
Segundo ele, o descompasso entre o movimento de exportação e importação nos portos e o movimento financeiro de fechamento de câmbio é crescente. Em 2007, enquanto o superávit da balança comercial ficou em US$ 40,1 bilhões, o saldo entre os contratos de câmbio feitos por exportadores e por importadores chegou a US$ 76,7 bilhões. Boa parte da diferença, de US$ 36,7 bilhões, reflete a entrada antecipada de dólares no País, pois os compradores nacionais sempre obtêm financiamento externo para pagar as importações, o que posterga os dispêndios de divisas.
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