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Governo seleciona e conduz “o povo” para Dilma lançar, na Bahia, plano de assistência a vítimas da seca

Eita! Dilma foi à Bahia, em ambiente fechado, lançar um programa para agricultores atingidos pela seca. E falou sobre as manifestações: “Aqui as ruas falaram por mais direitos. Esta presidenta aqui ouviu claramente a voz das ruas porque essa voz é legítima e porque nós temos uma democracia, e faz parte da democracia a luta […]

Por Reinaldo Azevedo
Atualizado em 31 jul 2020, 05h50 - Publicado em 4 jul 2013, 17h01

Eita!

Dilma foi à Bahia, em ambiente fechado, lançar um programa para agricultores atingidos pela seca. E falou sobre as manifestações:
“Aqui as ruas falaram por mais direitos. Esta presidenta aqui ouviu claramente a voz das ruas porque essa voz é legítima e porque nós temos uma democracia, e faz parte da democracia a luta por mais direitos”.

Traduzindo: os protestos não lhe dizem respeito; nada a ver com o seu governo. Nos EUA, sugeriu, teria sido diferente. O “occupy Wall Street” era um recado ao poder. E ela explicou a diferença: “Não somos responsáveis pela maior crise financeira internacional desde 1929”…

Dilma ficou exposta a um “povo” selecionado. Leiam o que informa a Folha:
“A primeira aparição pública da presidente Dilma Rousseff após as vaias na abertura da Copa das Confederações, há 19 dias, em Brasília, conta com uma plateia formada por movimentos sociais próximos ao PT, nesta quinta-feira (4), em Salvador.
Mais de 20 ônibus trouxeram representantes do Fórum Baiano de Agricultura Familiar, parte deles do interior do Estado, a convite do Ministério do Desenvolvimento Agrário. A sala no Centro de Convenções da Bahia, com capacidade para cerca de 2.000 pessoas, está lotada. Em meio a uma onda de manifestações nas ruas do país, o público presente aplaudiu todos os políticos que já discursaram no lançamento do Plano Safra Semiárido.
A maioria dos pequenos agricultores veio, na verdade, de bairros pobres da capital como Mata Escura, Canabrava e Cajazeiras. “Somos 1.300. Foram 16 ônibus só com a gente”, disse à Folha o presidente da Comunidade Paz e Vida, Clebson Silva, 34.”
(…)

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