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Reinaldo Azevedo

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Governo doente

O que está em curso na Saúde, em especial no Nordeste, é um bom retrato do governo Lula. A área é um dos indicadores do apuro das políticas de estado de longo prazo. Na semana passada, vocês acompanharam a lambança: o governo chegou a anunciar a liberação dos tais R$ 2 bilhões, negou depois e, […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 22h12 - Publicado em 3 set 2007, 23h13
O que está em curso na Saúde, em especial no Nordeste, é um bom retrato do governo Lula. A área é um dos indicadores do apuro das políticas de estado de longo prazo. Na semana passada, vocês acompanharam a lambança: o governo chegou a anunciar a liberação dos tais R$ 2 bilhões, negou depois e, hoje, voltou a prometer. Pesquisem lá: Guido Mantega disse que não havia previsão de dinheiro e deixou José Gomes Temporão falando sozinho. Agora, os recursos apareceram: na verdade, diz, trata-se de R$ 2 bilhões que tinham sido cortados.

Informa o G1: “De acordo com Temporão, os recursos serão liberados para gastos com a correção da tabela do Sistema Único de Saúde Pública (SUS) e também para aumentar o teto dos estados – recursos repassados pelo governo federal com base no número de habitantes. No caso da tabela do SUS, ele disse que os procedimentos de “média complexidade”, como raio-x e consultas médicas, entre outros, estão com preços defasados.” E o que mais? Ah, bem, Temporão disse que vai apresentar o tal PAC da Saúde, o que vai exigir mais dinheiro.

Não sei se vocês notam um padrão: o governo regular — aquilo que entendíamos ser a política pública — desapareceu. O caso acima é um exemplo escandaloso de improvisação. Mas tudo, como sabemos, se resolverá com o tal PAC. E o que é o PAC? Uma promessa de investimento.

Dividindo o peso
O ministro Temporão aproveitou para dividir o peso do desastre da Saúde com os estados. Segundo ele, apenas nove cumprem o que está na Emenda 29, que estabelece um mínimo de 15% da arrecadação para a saúde. É verdade. Mas a emenda não está regulamentada. É uma das tarefas do comando político do governo no Congresso. Mas onde ele está? Do que se ocupa nos últimos tempos?

O futuro ainda nos dirá o peso para o Brasil da gestão de estado absolutamente desastrosa do governo Lula. Atenção: Lula aumentou em mais de 200 mil o número de funcionários públicos. E quer contratar outros 60 mil.

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