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GM do Brasil terá de se virar sozinha

  Por Cleide Silva, no Estadão: A General Motors do Brasil terá de buscar novas formas de financiamento e recorrer mais aos fundos governamentais, como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para garantir projetos no País. Sem o apoio da matriz americana, que na prática passa a ser uma empresa estatal, os desafios […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 22h37 - Publicado em 2 jun 2009, 07h00

 

Por Cleide Silva, no Estadão:

A General Motors do Brasil terá de buscar novas formas de financiamento e recorrer mais aos fundos governamentais, como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para garantir projetos no País. Sem o apoio da matriz americana, que na prática passa a ser uma empresa estatal, os desafios de manutenção da subsidiária serão maiores.

O mesmo deve ocorrer com filiais como a da China e de outras regiões não incluídas na concordata anunciada ontem. “Todas terão de se virar para sobreviver, pois talvez não haverá mais matriz para socorrê-las”, diz Paulo Cardamone, responsável no Brasil pelo escritório da consultoria americana CSM WorldWide.

Apesar de nos últimos anos ter mais enviado dividendos do que recebido, a GM brasileira sempre contou com apoio da matriz nos seguidos períodos de prejuízos que registrou antes de 2004, quando passou a ter resultados positivos. “Certamente, a partir de agora ela terá menos suporte financeiro da nova GM”, afirma Cardamone.

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O consultor acha que, por ser rentável, a filial brasileira não terá dificuldades em obter crédito local. Ele aposta na capacidade da engenharia brasileira em desenvolver novos projetos, mas reconhece que “começar do zero para criar um carro não é fácil”. O Brasil tem tecnologia para isso, avalia o consultor, mas o custo de um projeto inteiro é alto e o desenvolvimento pode levar muito mais tempo.

Cardamone acredita que, por ter mais afinidades com os produtos desenvolvidos pela GM na Europa, na divisão Opel, a GM do Brasil terá condições de manter acordos com a autopeça canadense Magna, que junto com um grupo de investimentos russo ficou com a maior parte das ações da companhia.

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