Gilmara, agora com imagem. E olhe o Aristeu aí, gente, a demonstrar uma noção muito particular de direito
Sabem a Gilmara, que entrevistei aqui, dada como “morta” (junto com marido e filho) pelos esquerdopatas e mentirosos compulsivos? Então… Ela foi entrevistada pela TV. No vídeo abaixo, vocês vêem também o “Aristeu”, aquele que falou à Agência Brasil e ajudou a espalhar país e mundo afora a história dos supostos homicídios… Vejam. Volto depois. […]
Sabem a Gilmara, que entrevistei aqui, dada como “morta” (junto com marido e filho) pelos esquerdopatas e mentirosos compulsivos? Então… Ela foi entrevistada pela TV. No vídeo abaixo, vocês vêem também o “Aristeu”, aquele que falou à Agência Brasil e ajudou a espalhar país e mundo afora a história dos supostos homicídios… Vejam. Volto depois.
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Voltei
Então… Aristeu foi desautorizado pela OAB de São José dos Campos como se sabe. E não é que o homem ficou bravo, está cheio das valentias? Vejam como ele evoca a sua condição de militante dos direitos humanos. O que isso tem a ver, Aristeu, com os “não-fatos”?
Mais estupefaciente: um morador foi atendido no serviço médico e, como já demonstrei aqui, concedeu entrevista ao jornal “O Vale” depois da desocupação do Pinheirinho. Segundo Aristeu, está sumido. Digamos que sim: e daí? Por que esse tom do doutor entre o desafio, a desconfiança e a denúncia? Estaria a polícia, o governo do Estado ou a Prefeitura obrigados a dizer onde está o homem? Por quê? O que quer Aristeu? Que esses três entes PROVEM QUE NÃO TÊM NADA COM ISSO?
Onde Aristeu aprendeu essa noção de direito? Por que não escreve uma tese sobre “Prova Negativa”, defendendo que todo acusado pelos “movimentos sociais” é obrigado a provar que é inocente? Ora… Quantas vezes é preciso ser desmoralizado pelos fatos?







