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Reinaldo Azevedo

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Ex-secretário admite que vazou dossiê, mas nega ter havido má-fé

Por Andreza Matais e Simone Iglesias, na Folha:O ex-secretário de controle interno José Aparecido Pires Nunes, responsável pelo vazamento do dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso, nomeou à Polícia Federal outros dois funcionários da Casa Civil que participaram da montagem do documento.Em depoimento na sexta-feira, ele disse que recebeu a planilha pronta de […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 20h58 - Publicado em 18 Maio 2008, 07h31
Por Andreza Matais e Simone Iglesias, na Folha:
O ex-secretário de controle interno José Aparecido Pires Nunes, responsável pelo vazamento do dossiê com gastos do governo Fernando Henrique Cardoso, nomeou à Polícia Federal outros dois funcionários da Casa Civil que participaram da montagem do documento.
Em depoimento na sexta-feira, ele disse que recebeu a planilha pronta de Marcelo Veloso, da equipe que ele comandava no Planalto, e que a ordem para que cedesse servidores para o levantamento das despesas do governo tucano partiu de Norberto Temóteo, secretário de Administração.
Aparecido admitiu que enviou o e-mail para o gabinete do senador tucano Álvaro Dias (PR), mas que a planilha Excel seguiu por engano.
“Reconheço que saiu da minha máquina, mas foi sem dolo ou má fé. Tive uma surpresa quando percebi que tinha enviado. (…) Não lembro como”, relatou no inquérito da PF.
O advogado Luiz Maximiliano Telesca confirmou à Folha que “em nenhum momento” seu cliente assumiu à PF que teve intenção de vazar dados.
O ex-secretário contou que Veloso, por ser seu subordinado, entregou-lhe um pen-drive. Dele, teria baixado dois documentos em seu computador: um texto em Word com o título “Supervisão Ministerial” e a planilha em Excel com os gastos de FHC, Ruth Cardoso e ex-ministros, chamada de “Suprimento de Fundos”.
As iniciais idênticas, SUP, teriam-no confundido ao anexar o arquivo ao e-mail endereçado a André Fernandes. Ele afirmou que pretendia enviar o texto, não a planilha, ao assessor do senador do PSDB, de quem é amigo desde 1989. O documento do Word continha dados sobre a legislação acerca de documentos sigilosos que Andé havia lhe pedido. “Ele foi enfático ao dizer que não passou os dados propositadamente”, disse Telesca.
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