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Reinaldo Azevedo

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Energia 1 – Suez planeja antecipar venda de energia

Por Humberto Medina, na Folha:O consórcio liderado pelo grupo multinacional Suez Energy (com sede na Bélgica) em parceria com a Camargo Corrêa venceu a disputa pela hidrelétrica de Jirau, a segunda usina do Complexo do Rio Madeira, em Rondônia, desbancando a associação formada por Furnas e a Odebrecht, vencedora do primeiro leilão.Os vencedores ofereceram um […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 20h54 - Publicado em 20 Maio 2008, 06h29
Por Humberto Medina, na Folha:
O consórcio liderado pelo grupo multinacional Suez Energy (com sede na Bélgica) em parceria com a Camargo Corrêa venceu a disputa pela hidrelétrica de Jirau, a segunda usina do Complexo do Rio Madeira, em Rondônia, desbancando a associação formada por Furnas e a Odebrecht, vencedora do primeiro leilão.
Os vencedores ofereceram um preço de R$ 71,40 por MWh (megawatt-hora) para a energia que será vendida ao mercado cativo (distribuidoras), deságio de 21,5% em relação ao preço-teto da tarifa de R$ 91,00 MWh. A Folha apurou que o lance de Furnas/Odebrecht foi de R$ 85,02 por MWh.
Na comparação com a hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira a ser licitada, o preço de Jirau ficou 9,5% menor. A oferta surpreendeu negativamente o mercado. As ações ordinárias (ON) da Tractebel, controlada pela Suez, caíram 6,03% ontem, para R$ 23,05.
A estratégia para bancar a redução de preço será antecipar a entrada em operação da usina, de 2013 para março de 2012, e vender a energia gerada antes do prazo contratual para a indústria no mercado livre, a um preço mais alto.
Além disso, no cronograma oficial, só em 2016 a usina teria sua potência máxima (3.300 MW). Os vencedores afirmam que conseguem chegar a essa meta em 2013. Novamente, a energia gerada antes do prazo fica à disposição dos donos da hidrelétrica para venda no mercado livre, a preços maiores que o do lance vencedor.
Assim como na hidrelétrica de Santo Antônio, a disputa ontem foi muito rápida. O leilão durou cerca de sete minutos.
Do total de energia que a usina pode comercializar, 70% vão para o mercado cativo, e 30%, para o mercado livre (indústrias). Na prática, o preço do mercado cativo fica um pouco abaixo do lance (R$ 71,37 por MWh), por conta de uma regra do leilão que estabelece um deságio em cima do lance vencedor proporcional à quantidade de energia a ser vendida no mercado livre.
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