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Reinaldo Azevedo

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Em último comício, Alckmin diz que Lula é aliado da oligarquia e de quem assinou o AI-5

Por Catia Seabra e José Alberto Bombig, na Folha desta quinta: “O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, insistiu ontem no discurso de que Luiz Inácio Lula da Silva passou por uma mudança no poder. Chamando o petista de arrogante, o tucano ironizou: ‘É impressionante como não fica vermelho quando mente. Falar contra as […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 6 jun 2024, 08h18 - Publicado em 26 out 2006, 08h38
Por Catia Seabra e José Alberto Bombig, na Folha desta quinta: “O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, insistiu ontem no discurso de que Luiz Inácio Lula da Silva passou por uma mudança no poder. Chamando o petista de arrogante, o tucano ironizou: ‘É impressionante como não fica vermelho quando mente. Falar contra as oligarquias, que as oligarquias são contra ele, do lado do Sarney?’, alfinetou Alckmin, acrescentando: ‘O mentor do Lula é o Delfim Netto [ex-ministro de governos militares], o homem que assinou o AI-5, que disse que era para cassar o Mario Covas. O Lula do avanço virou parceiro das oligarquias, como é o Sarney. Poxa, como mudou’. Já no palanque do comício realizado ontem à noite no Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, Alckmin voltou ao assunto, lembrando que Delfim estava na primeira fila de aliados de Lula durante o debate da TV Record. Ele também explorou os escândalos que abalaram o governo Lula, numa demonstração da tônica do debate de amanhã na TV Globo. Segundo ele, ‘o partido da ética virou defensor da mentira política”. “O PT e o governo Lula viraram um código penal ambulante. Governo da crise, onde um escândalo sucede o outro.’ Um dos palcos da campanha das Diretas Já, em 1984, o Vale do Anhangabaú também foi escolhido por ter abrigado o comício de Covas pela Presidência, em 1989. O ato reuniu 8.000 pessoas, segundo a PM. O governador eleito de São Paulo, José Serra (…) foi mais duro ao comentar as críticas do PT ao processo de privatização durante o governo FHC. O governador eleito disse que ficava muito irritado com a estratégia. ‘Mostra o padrão de mentiras com que os adversários trabalham em relação à questão da privatização’, disse ele.” Clique aqui para ler mais

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