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Ele é de quinta…

Data vênia, esse Babaca Osama é de quinta. Não dá para levar a sério, não. Circula mundo afora a informação de que ele telefonou para Raila Odinga, líder da oposição no Quênia, para demonstrar a sua preocupação com o que acontece naquele país. O pai de Barack Hussein Obama é queniano, como vocês sabem, e […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 20h00 - Publicado em 8 jan 2008, 15h59
Data vênia, esse Babaca Osama é de quinta. Não dá para levar a sério, não.

Circula mundo afora a informação de que ele telefonou para Raila Odinga, líder da oposição no Quênia, para demonstrar a sua preocupação com o que acontece naquele país. O pai de Barack Hussein Obama é queniano, como vocês sabem, e daí viria a sua “autoridade” para se meter no conflito.

É evidente que se trata de um esforço para criar a imagem de um pacificador antes mesmo de ele obter a indicação oficial do Partido Democrata para disputar a Presidência dos Estados Unidos. Assim demonstraria a sua diferença em relação a George W. Bush: quer um país do diálogo, do entendimento, que — isto é evidente — jamais invadiria o Iraque. Ele seria o homem do “diálogo” com seu xará Saddam Hussein: sob a sua Presidência, supõe-se, Saddam jamais teria sido enforcado. Ao contrário: haveria o diálogo entre a corda e o pescoço.

Eu já disse qual é a minha esperança nas eleições americanas: a indicação, pelos republicanos, de Rudy Giuliani ou de John McCain. Acho que qualquer um dos dois tem condições de vencer uma indicação democrata — e, creio, com mais facilidade se o escolhido for Obama.

O senador por Illinois virou o candidato dos pacifistas do miolo mole. Ele traduz uma de duas posturas diante da indústria do terror: o “diálogo”. A outra — correta, moral e mais eficiente — é o enfrentamento. O pós-guerra americano no Iraque foi um desastre, sem dúvida, embora a situação já tenha melhorado muito. Mas não se pode dizer que a política antiterror não seja eficiente.

Quando vejo as esquerdas do mundo, inclusive as nossas, atacar a “ineficiência” de Bush, sou tomado de preguiça e melancolia. Esses mixurucas não conseguem impedir os nossos bandidos de se comunicar em presídios, mas criticam um país que logrou sucesso em conter a mais insidiosa de todas as ameaças: o terrorismo sem rosto.

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