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E o FMI, quem diria?, acha suspeito aumento de investimento no Brasil e defende taxação de capital

Por Patrícia Campos Mello, na Folha: O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, afirmou ontem que o aumento súbito do investimento estrangeiro direto no Brasil é “suspeito” e que o governo deveria taxar esse tipo de fluxo de capital. “Os números de investimento estrangeiro no Brasil são bastante suspeitos. O investimento começa a […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 11h50 - Publicado em 28 Maio 2011, 07h35

Por Patrícia Campos Mello, na Folha:
O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, afirmou ontem que o aumento súbito do investimento estrangeiro direto no Brasil é “suspeito” e que o governo deveria taxar esse tipo de fluxo de capital. “Os números de investimento estrangeiro no Brasil são bastante suspeitos. O investimento começa a subir muito justamente quando ele fica de fora do imposto (IOF). Talvez esse dinheiro não seja mesmo investimento”, disse Blanchard ontem, após seminário sobre fluxos de capital.


O governo elevou a cobrança de IOF sobre fluxos de capital de curto prazo para desestimular a entrada dessas aplicações, que têm levado à valorização do real. A suspeita é que alguns investidores estão fazendo investimentos diretos de longo prazo para driblar o IOF. No acumulado do ano, de janeiro a abril, a entrada líquida de investimento estrangeiro direto no Brasil foi de US$ 22,985 bilhões -o valor é quase três vezes maior que o fluxo que ingressou no país no mesmo período do ano passado. Para Blanchard, o próximo passo do governo deveria ser aumentar o alcance das medidas “e começar a taxar o investimento direto”.

O economista deixou claro que o FMI vê com bons olhos o uso de taxação para desestimular a entrada excessiva de capitais estrangeiros, que podem causar sobrevalorização da moeda e perda de competitividade da indústria. Mas afirmou que, provavelmente, o Brasil e outros países “não estão usando esses instrumentos da forma mais eficiente”. “Se estiverem dispostos a adotar uma ampla gama de controles de capital, aí sim funciona”, avaliou. Aqui

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