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Dois anos de dificuldades pela frente

Por Cíontia Cardoso, na Folha:Apesar do breve suspiro de alívio nas Bolsas, anteontem, o prognóstico da Economist Intelligence Unit, consultoria do grupo que edita a revista “The Economist”, é desalentador para as grandes economias. Para os Estados Unidos, recessão. Para o Brasil, PIB (Produto Interno Bruto) menor no próximo ano.No Brasil, o crescimento do PIB […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 5 jun 2024, 23h15 - Publicado em 21 set 2008, 07h15
Por Cíontia Cardoso, na Folha:
Apesar do breve suspiro de alívio nas Bolsas, anteontem, o prognóstico da Economist Intelligence Unit, consultoria do grupo que edita a revista “The Economist”, é desalentador para as grandes economias. Para os Estados Unidos, recessão. Para o Brasil, PIB (Produto Interno Bruto) menor no próximo ano.
No Brasil, o crescimento do PIB vai diminuir de 5,4% em 2007 para 4,6% em 2008 e 3,4% em 2009. “Essa queda vai refletir principalmente o enfraquecimento da demanda externa e um aperto das condições financeiras. Ambos [os fatores] são causados pela crise financeira global e pelas altas das taxas de juros domésticas que respondem à alta da inflação”, escrevem Robert Ward e Jan Friederich, editores da EIU.
Apesar da retração no PIB, a consultoria afirma que o Brasil tem “as melhores condições financeiras” da sua história graças a “melhores políticas macroeconômicas”. O mesmo não se aplica aos demais países da América Latina.
O relatório destaca a Argentina e a Venezuela, países que “continuam muito pobres e [onde] o risco de volatilidade é real, especialmente se as condições mundiais de crédito continuarem a se deteriorar ou se a aversão ao risco nas economias em desenvolvimento começar a ter um efeito sério nos mercados emergentes”.
O relatório ressalta a alta dependência da região em relação aos EUA, a despeito da retórica de alguns governos. Uma recessão prolongada nos EUA também pode reforçar a pressão inflacionária. Aparentemente a diminuição da demanda no consumo de petróleo ajudou a diminuir o preço do barril, o que alivia as tensões inflacionárias, mas outras commodities devem continuar em alta.
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