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Bovespa desaba 4,13%; Dólar fecha a R$ 1,77, maior taxa desde janeiro

Na Folha On Line:O preço da moeda americana atingiu nesta terça-feira seu nível mais alto desde 30 de janeiro deste ano, o que praticamente anula a queda registrada neste ano. O dólar comercial foi cotado a R$ 1,772 na venda, o que representa um aumento de 2,13% sobre a taxa de ontem. Somente neste mês, […]

Por Reinaldo Azevedo
Atualizado em 31 jul 2020, 19h01 - Publicado em 9 set 2008, 18h31
Na Folha On Line:
O preço da moeda americana atingiu nesta terça-feira seu nível mais alto desde 30 de janeiro deste ano, o que praticamente anula a queda registrada neste ano. O dólar comercial foi cotado a R$ 1,772 na venda, o que representa um aumento de 2,13% sobre a taxa de ontem. Somente neste mês, a taxa de câmbio valorizou 8,4%. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi negociado a R$ 1,870, num salto de 0,53%.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) afunda 4,13% e atinge os 48.622 pontos (pelo índice Ibovespa). O giro financeiro é de R$ 4,53 bilhões. Só hoje, a Bolsa já perdeu dois patamares históricos somente no pregão de hoje. Primeiro, o nível dos 50 mil pontos, e poucas horas depois, os 49 mil pontos. Às 15h45, esse indicador cedia 3,86% e desce para os 48.757 pontos. O giro financeiro é de R$ 3,73 bilhões.
A maioria dos analistas do setor financeiro conta com um aumento da taxa de juros brasileira na reunião de amanhã do Copom (Comitê de Política Monetária), provavelmente para 13,75%. Esse ajuste deve ampliar ainda mais o diferencial de juros no Brasil e nos EUA (2% ao ano). Mas nem mesmo essa perspectiva tem impedido a taxa de câmbio de se aproximar cada vez mais da casa dos R$ 1,80, num ambiente tenso, de aumento da aversão ao risco: o índice Embi+ (JP Morgan) se aproxima hoje da casa dos 270 pontos, num avanço de 3,46%.
“A imprevista reação abrupta em cadeia de fuga dos investimentos dos países emergentes e a forte valorização do dólar frente às moedas fortes acabou por provocar um forte realinhamento”, diagnostica o economista Sidnei Nehme, da corretora NGO, em seu comentário diário sobre o mercado financeiro. Nehme aponta que os “hedge funds”, os mesmos que levaram as commodities para preços históricos no primeiro semestre, começaram a sair desses mercados de forma violenta, o que já ensejo para especulação no mercado de moeda.

Juros futuros
O mercado futuro de juros, que serve de referência para as tesourarias dos bancos, acompanhou a disparada do câmbio e elevou as taxas projetadas para 2009, 2010 e 2011.
No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada subiu de 13,94% ao ano para 13,95%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada avançou de 14,78% para 14,82%; e no contrato de janeiro de 2011, a taxa projetada passou de 14,43% para 14,55%.
Hoje, a FGV (Fundação Getulio Vargas) revelou que a inflação semanal, medida pelo IPC-S, subiu em cinco das sete capitais em que o índice é apurado no período até o último dia 7. O maior avanço foi o registrado em São Paulo (SP), onde os preços passaram de uma alta de 0,13% para uma de 0,26%.

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