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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Boulos tenta bater num cara bem mais novo do que ele e leva uma surra

Em sua segunda coluna na Folha, Kim Kataguiri responde ao ataque boçal que lhe desferiu Guilherme Boulos. Do dito líder dos sem-teto, não sobrou nem a gramática

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 30 jul 2020, 23h39 - Publicado em 26 jan 2016, 04h04

Leia trechos da coluna de Kim Kataguiri, na Folha. Parece que alguns desavisados vão ter de melhorar até a gramática para bater no jovem coordenador do Movimento Brasil Livre.

*
Guilherme Boulos, o burguês revolucionário, decidiu dedicar sua coluna do dia 21, nesta Folha, a mim. Senti-me honrado. Afinal, para lembrar Nelson Rodrigues, de certos tipos, só quero vaias. E o artigo foi uma bela tentativa de vaia.

O coxinha vermelho disse que “não é exatamente uma surpresa” a Folha ter me contratado, pois “a maior parte de seus colunistas é liberal em economia e politicamente conservadora, assim como sua linha editorial”.

Como a gente nota, o propósito de divertir o leitor não se resume a humoristas como Gregório Duvivier, Marcelo Freixo e Vladimir Safatle. Boulos também está no time, com a pequena diferença de que o movimento que ele lidera pratica crimes, que é coisa um pouco diferente de apenas justificá-los.

Depois da graciosa piada, Boulos afirma que “talvez a surpresa de muitos fique por conta [sic]” do meu “despreparo”. É claro que o líder do MTST tem o direito de escrever asneira. Mas deve fazê-lo em bom português. Eu posso dizer que a prática de ações de caráter terrorista em São Paulo fica “por conta” de Boulos. Acerto no fato e na gramática. Ao escrever sobre mim, nosso amiguinho empregou “por conta” em lugar de “por causa”. Errou na gramática e no fato. Despreparo.
(…)
Não vou convidar Boulos a deixar de ser autoritário e rançoso porque, aos 19 anos, já aprendi o que ele ignora aos 34: as coisas têm a sua natureza. E é da natureza de uma milícia como o MTST e de seu miliciano-chefe linchar fatos e pessoas.

Como eu não quero calar Boulos, não sou obrigado a engoli-lo. Como ele certamente gostaria de me calar, vai ter de me engolir.
(…)

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