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Após escândalos, Petrobras pretende criar diretoria para aumentar controle interno

Leiam o que vai na VEJA.com. Volto no próximo post. Em resposta às denúncias de corrupção da Operação Lava Jato, a Petrobras quer criar uma diretoria de governança corporativa e compliance, com o objetivo de aumentar o controle sobre os acordos fechados pela estatal. Em teleconferência a investidores, a presidente da estatal, Graça Foster, disse […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 02h38 - Publicado em 17 nov 2014, 13h49

Leiam o que vai na VEJA.com. Volto no próximo post.
Em resposta às denúncias de corrupção da Operação Lava Jato, a Petrobras quer criar uma diretoria de governança corporativa e compliance, com o objetivo de aumentar o controle sobre os acordos fechados pela estatal. Em teleconferência a investidores, a presidente da estatal, Graça Foster, disse que a proposta foi apresentada ao conselho de administração na reunião da última sexta-feira e teve apoio unânime.

A executiva mencionou isso ao elencar 66 ações de gestão realizadas recentemente e encaminhadas aos auditores externos da PricewaterhouseCoopers (PwC) e aos escritórios de advocacia contratados para realizar investigações independentes acerca das denúncias da Lava Jato. “Queremos mais do que o reconhecimento técnico que conquistamos ao longo de décadas, queremos respeito à governança da nossa companhia, que é a Petrobras”, afirmou Graça.

Com o sinal verde do conselho, a diretoria executiva se reuniu nesta segunda-feira, para tratar da concepção da proposta com a qual entende que serão mitigados riscos e assegurado o cumprimento de leis e regulamentos internos e externos. “Estamos imbuídos da certeza de que precisamos ter reconhecimento da nossa capacidade de governar”, afirmou a executiva.

Balanço
A declaração de Graça ocorre três dias após adiamento da divulgação do balanço do terceiro trimestre. Ainda em teleconferência, a presidente da companhia afirmou que a empresa precisará de “mais tempo” para divulgar os resultados financeiros. Ela disse que esse tempo será usado no ajuste das demonstrações contábeis, já que delações feitas pelo ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef “revelaram uma série de informações que podem impactar os dados”. A previsão é de que o balanço seja anunciado em 12 de dezembro.

Costa e Youssef fizeram diversas denúncias de casos de corrupção na Petrobras em audiência na Justiça do Paraná, no dia 8 de outubro. Além de citar a necessidade de ter mais tempo para os ajustes contábeis, Graça ressaltou que a empresa precisará dar continuidade à investigação dos dois escritórios de advocacia independentes.

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