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Reinaldo Azevedo

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Alckmin no JN: nove perguntas para encostá-lo na parede. Espera-se o mesmo padrão para Lula

O Jornal Nacional deu início hoje à série de entrevista com os candidatos à Presidência da República. São 10 minutos para cada um, incluindo as perguntas, prorrogáveis por 30 segundos. Não medi, mas deve ter durado um pouquinho mais. O tucano Geraldo Alckmin abriu a série. Esteve seguro a maior parte do tempo e, parece-me, […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h21 - Publicado em 7 ago 2006, 22h22
O Jornal Nacional deu início hoje à série de entrevista com os candidatos à Presidência da República. São 10 minutos para cada um, incluindo as perguntas, prorrogáveis por 30 segundos. Não medi, mas deve ter durado um pouquinho mais. O tucano Geraldo Alckmin abriu a série. Esteve seguro a maior parte do tempo e, parece-me, titubeou em uma única resposta, de que falarei mais adiante. Se os jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes seguirem com os demais o padrão desta segunda, todas as perguntas buscarão encostar o candidato na parede. Ao todo, fora 10 questões. Na última, Fátima pediu que Alckmin falasse qual seria a marca do seu governo. Foi o único refresco. Eis as outras nove — não as reproduzo literalmente, mas o sentido:
1) Como se pode falar em eficiência da política de segurança em face dos ataques do PCC?
2) Onde houve falhas na política de segurança?
3) Se havia sobre no Orçamento, por que não foi canalizada para a Segurança?
4) Como se pode falar em banho de ética dado o caso Eduardo Azeredo?
5) Por que a Assembléia não aprovou CPIs?
6) Por que a Nossa Caixa pôs anúncio em veículos pequenos aliados do governador?
7) Insiste-se na questão da Nossa Caixa;
8) Por que o PSDB apoiou o reajuste maior para os aposentados se ele provocaria um rombo no caixa?
9) Por que a educação de São Paulo não tem uma qualidade maior?
Os melhores momentos de Alckmin: quando não fugiu da questão da aposentadoria e evidenciou que o governo que alegou que o reajuste dos aposentados provocaria um rombo de R$ 7 bilhões acabou injetando R$ 9,5 bilhões no Petros, fundo de pensão da Petrobras. Também se saiu bem no caso dos números sobre segurança.
Os piores momentos de Alckmin: embora tenha dado a resposta correta, deixando claro que o caso Eduardo Azeredo não era igual ao do mensalão, a resposta certamente foi insuficiente e pareceu um tanto confusa. No caso da educação, debateu com os jornalistas rankings distintos. O espectador não deve ter entendido direito.
Observação sobre as perguntas – Obrigação de jornalistas é mesmo fazer perguntas difíceis, que testem o candidato. Parece-me, no entanto, que misturar Eduardo Azeredo no saco de gatos do Estado paralelo que era a República do Mensalão, corresponde a desinformar. De todo modo, anunciou-se um padrão: William Bonner e Fátima Bernardes fizeram nove perguntas para cutucar Alckmin. Certamente farão outras nove que também tentarão deixar Lula um tanto encabulado. Vamos ver.

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