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600 mil camisinhas para o Fórum Social Mundial

Leiam o que segue. Comento no post seguinte:Da Agência BrasilOs participantes do Fórum Social Mundial contarão com um esquema especial de atendimento à saúde organizado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). Uma das ações previstas pelo órgão é a distribuição de 600 mil preservativos masculinos no Acampamento da Juventude, que ficará […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 18h17 - Publicado em 23 jan 2009, 18h29
Leiam o que segue. Comento no post seguinte:
Da Agência Brasil
Os participantes do Fórum Social Mundial contarão com um esquema especial de atendimento à saúde organizado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). Uma das ações previstas pelo órgão é a distribuição de 600 mil preservativos masculinos no Acampamento da Juventude, que ficará dentro do campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e deve abrigar 20 mil participantes de diferentes países.Leia mais sobre o FSM
Leitos especiais para portadores do vírus da Aids também foram reservados em hospitais da cidade. Durante o Fórum, equipes médicas, ambulâncias e hospitais de campanha estarão disponíveis nos campi das duas universidades que sediarão o evento para atender ocorrências menos graves. Serão quatro postos na Universidade Federal do Pará (UFPA) e cinco na UFRA. Cada posto conta com uma ambulância para o caso de remoções para hospitais da cidade.
A organização do Fórum recomenda ainda o uso de repelentes para evitar picadas pelo mosquito da dengue, já que Belém é uma área endêmica da doença. A vacina contra a febre amarela é outra forte indicação aos participantes do evento. Aos estrangeiros é exigida a vacina antes de entrar no Brasil.
Para suprir possíveis demandas, o Hemocentro do Pará (Hemopa) está promovendo uma campanha para doação de sangue. Segundo a gerente de captação de doadores do Hemopa, Juciara Farias, a ação quer garantir maior tranqüilidade durante o evento.
“Queremos chamar atenção para a importância da doação de sangue e para que o estado do Pará assuma a sua característica de um povo bastante hospitaleiro, assim estaremos com o estoque preparado para atender possíveis demandas. A cidade estará com um número de pessoas bem além do normal e é natural que a gente possa ter uma demanda maior dos hospitais”, afirmou em entrevista à Rádio Nacional da Amazônia.
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