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Por Robson Bonin
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Superbet exibe marca no Rock in Rio para associar aposta a entretenimento

Assistir a um festival de música “mexe com a mesma emoção de ganhar uma aposta”, afirma CEO, que almeja ser líder de mercado em até cinco anos

Por Nicholas Shores Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 Maio 2024, 14h01

Depois de investir em ativações no Lollapalooza no ano passado, a Superbet garantiu também uma área para promover a marca no Rock in Rio, em setembro. O ambiente deve oferecer espaços de descompressão para o público descansar, carregar celulares, participar de jogos musicais e concorrer a brindes.

“A Superbet está tentando entrar de forma contundente no mundo do entretenimento. (Essa) experiência mexe com a mesma emoção que a pessoa tem ao ganhar determinada aposta ou assistir ao seu esporte favorito”, afirmou ao Radar o CEO da empresa, Alexandre Fonseca

O executivo descreve a entrada nos festivais de música como posicionamento de marca. “O objetivo é que você vá ao Rock in Rio, ganhe um brinde da Superbet e, três meses depois, olhe aquele brinde em casa e lembre que assistiu ao seu artista favorito com seus amigos.”

Responsável pela gestão que levou a Betano à primeira prateleira do mercado de bets brasileiras, Fonseca quer agora fazer o mesmo com a Superbet. “Estamos no Brasil para obter a liderança do mercado”, afirmou. “É uma meta extremamente ambiciosa, mas factível em três a cinco anos de operação no mercado”, acrescentou.

A empresa está em operação no país desde os meses finais de 2023. Definiu que entraria no Brasil ao constatar que o mercado daqui estava na iminência de ser regulado – na semana passada, a Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda publicou a portaria com os requisitos e prazos para as bets obterem autorização de exploração comercial de apostas esportivas.

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As casas de apostas que já atuavam no Brasil em dezembro do ano passado, quando entrou em vigor a lei que deu início à regulamentação do setor, têm até o fim de 2024 para se adequarem às normas e pagarem a outorga de 30 milhões de reais. A partir de 2025, a Fazenda vai aplicar penalidades às empresas que não tiverem se regularizado.

“Hoje, estima-se que o Brasil tenha algo em torno de 20.000.000 de apostadores ativos anuais. Significa que, por ano, 10% da população se engaja em algum tipo de aposta, seja de cassino ou apostas esportivas”, disse o CEO da Superbet. 

Fonseca avalia que o ambiente competitivo das bets no Brasil ainda é “dinâmico”, com variação nas posições de pódio do mercado. “Um mercado regulamentado propriamente chega numa fase de consolidação cinco a oito anos após a regulamentação e o número pode chegar a 28% da população. Daqui para 2032, o mercado brasileiro pode quase triplicar”, afirmou.

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