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Radar Por Robson Bonin Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Gustavo Maia, Laísa Dall'Agnol e Lucas Vettorazzo. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Sem licitação, ministério contrata serviço de bordo em voos por R$ 161 mil

Governo alegou falta de interessados na disputa para fornecer serviço de alimentação nos deslocamentos oficiais da comitiva

Por Lucas Vettorazzo, Gustavo Maia Atualizado em 11 nov 2021, 19h04 - Publicado em 11 nov 2021, 12h43

O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou a dispensa de licitação para a contratação de serviços de bordo para as viagens de avião nacionais e internacionais do chefe da pasta, Anderson Torres, e seu staff.

De acordo com o contrato, válido por um ano, o governo poderá gastar até 161.176 reais em itens como sachês de açúcar, adoçante e azeite, café solúvel, refrigerantes em lata, copos plásticos, bombons e refeições quentes e frias a serem servidas nos deslocamentos aéreos.

O órgão justificou a dispensa de licitação pela falta de novos interessados no certame, conforme prevê o inciso quinto do artigo 24 da Lei de Licitações. O governo abriu um processo de contratação em agosto, mas os interessados foram desclassificados.

Agora, o serviço será prestado pela empresa International Meal Company Alimentação, que também atende o aeroporto de Brasília.

A lista tem 32 itens, em diferentes quantidades. Serão, por exemplo, 250 sachês de 6 gramas de açúcar e outros 250, de adoçante; 300 garrafas de meio litro de água mineral sem gás e outras 200, com gás; 200 pacotinhos de azeite individuais; 100 caixas de 400 gramas de bombons variados; 600 latas de Coca-Cola e outras 600, de Guaraná; mil copos de plástico e outros 750, de isopor; 100 caixas de isopor de 20 litros cada; entre outros itens. Também estão previstas 400 refeições quentes para almoço e jantar, 400 cafés da manhã e a mesma quantidade de lanches, com alimentos quentes e frios.

O valor total do contrato não necessariamente será gasto pelo ministério. O empenho será feito de acordo com a demanda de cada voo. O ministério não contava com serviço de bordo em suas viagens desde junho, quando o vínculo anterior foi encerrado.

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