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Sangue no TCU

Marinus Marsico, representante do Ministério Público no TCU, vai pedir a abertura de uma investigação para apurar o contrato milionário firmado entre o Ministério da Saúde e o Laboratório Francês de Biotecnologia (LFB) para a transformação de plasma (parte líquida do sangue) brasileiro em medicamentos hemoderivados. Uma auditoria do próprio Ministério identificou que a produção […]

Por Da Redação Atualizado em 31 jul 2020, 08h02 - Publicado em 28 ago 2012, 20h13

Sob investigação

Marinus Marsico, representante do Ministério Público no TCU, vai pedir a abertura de uma investigação para apurar o contrato milionário firmado entre o Ministério da Saúde e o Laboratório Francês de Biotecnologia (LFB) para a transformação de plasma (parte líquida do sangue) brasileiro em medicamentos hemoderivados.

Uma auditoria do próprio Ministério identificou que a produção de medicamentos feita pelo LFB a partir do plasma brasileiro ficou sempre no que o contrato estipula como mínimo aceitável. E que o plasma descartado durante a produção, que deveria retornar ao Brasil, não foi enviado de volta.

Marsico ainda estranhou o fato do contrato ter sido firmado em 2007, mas só ter passado por auditorias em 2011 e 2012.

Medicamentos hemoderivados, fornecidos gratuitamente pelo governo, são essenciais para a vida de hemofílicos, pacientes com câncer, Aids e imunodeficiência primária, por exemplo.

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